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October 19 Casar comigo pode ser fatal.Um dia desses me mandaram um e-mail e na primeira linha, me escreveram "suuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuua cara!" Fui ver o que era. Abri meu e-mail e estava lá o seguinte textinho que seria uma alusão a minha pessoa: "Querida,
Fui buscar uns brioches na padaria e quando voltei o esmalte da frigideira tinha
soltado e ela estava toda derretida. Inclusive o cabo. E você que me dizia que
o teflon segurava qualquer coisa...
Quanto tempo precisa pra cozinhar ovos? Já deixei eles fervendo lá duas horas,
mas continuam duros que nem pedra. Bom vou aguardar um pouco mais...
Semana passada tive um contratempo cozinhando as ervilhas. Decidi esquentar a
lata no microondas e ele explodiu. A lata decolou feito um foguete, atravessou
o teto e acertou a filha do seu Freitas, nosso vizinho de cima. Ela foi parar
no pronto-socorro. Ainda bem que eles tinham plano de saúde.
Já aconteceu contigo de a louça suja criar mofo? Como é possível isso acontecer
em tão pouco tempo?
Durante o último almoço eu emporcalhei o tapete persa com molho de tomate. Você
sempre me dizia que mancha de molho de tomate não sai. Bobinha! Com um pouco de
querosene não tive problema algum. Saiu tudinho, inclusive a cor do tapete.
A geladeira estava criando muito gelo, então tive que fazer um defrost nela. O
gelo sai fácil se você raspa ele com uma espátula de pedreiro! Ficou ótimo, foi
fácil e rápido, agora a geladeira não sei porque está aquecendo. De toda forma,
a carne ficou bem passada.
No mais, na última quinta-feira quando sai para o trabalho esqueci de trancar a
porta. Alguém deve ter invadido nosso apartamento porque estão faltando alguns objetos de valor, inclusive aquele colar de marfim que seu bisavô trouxe da África. Mas como você sempre diz, o dinheiro não traz felicidade, e tudo que é material é efêmero. O seu guarda-roupa também está vazio, mas acho que não devem ter levado muita coisa, afinal você sempre diz que nunca tem nada pra vestir.Beijos mil, com muito carinho, do seu querido marido.
PS: Sua mãe deu uma passada aqui pra ver como estavam as coisas. Sofreu um infarto. O velório foi ontem à tarde, mas preferi não te contar pra não te aborrecer à toa.Volte logo, estou com saudades...Não sei viver sem você!”
Devido ao conteúdo humorístico do texto, encaminhei (sem a parte que dizia que era "a minha cara”). Menos de 10 minutos depois, metade veio me dizer de novo que era a minha cara. Como o título do e-mail era “marido atencioso”, falei que esta era a parte que me cabia. Novamente, recebi vários ”uhummmmmmmmmmm…” e “ahammmmmmmmmmmmmmm". Não to valendo UM REAL, não é possível!!!
Tudo bem… convenhamos que quando eu faço arroz eu preciso fingir que gosto dele bem, mas bemmmm douradinho pra não ter que explicar o porquê de ter grudado tudo embaixo. Tento deixar a batata fria meio branquinha e ela sai meio crua… mas isso é… natureba!!! Teve uma vez também que deixei o óleo esquentando pra fritar coxinha, já que achei que coxinha era “homem-ruim-de-cozinha proof” (à prova de homem ruim de cozinha). Liguei o fogão automático, pá, deixei lá e voltei pro MSN pra conversar enquanto esperava. Papo vai, papo vem, começo a sentir um cheiro de queimado. Na hora pensei “nossa, essa vizinha queimando folha seca na calçada de novo”. Depois lembrei que tinha o óleo no fogo. Fui até a cozinha uma labareda acontecia em cima da panela. O fogo chegava no teto!!! Tirei calmamente a panela do fogão e joguei no quintal até o fogo cessar. Afinal, nem sonharia em jogar água no óleo quente, ainda dou valor à minha vida. O melhor foi a diarista ir no dia seguinte, limpar a parede preta inteeeeira e a minha mãe demití-la logo após isso… “obrigada!! Mas não precisaremos mais do seu trabalho aqui…” (ela já ia fazer isso antes da arte. E eu não era pequeno na época…)
Enfim, minha vida de casado será mais ou menos a do texto lá em cima, mas pelo menos serei o tal “marido atencioso”. Eu cuidarei de tudo menos da cozinha e da organização da casa (não me perguntem o que sobre depois disso). Afinal, quem liga para o tapete persa? O importante é que meu PlayStation fique intacto, o restante é substituível!
Para saber quando um novo texto foi publicado, siga-me! =D http://www.twitter.com/jekyl_hyde September 25 Andar de metrô é fogo!Um dia de manhã, quando eu ia para a faculdade com a velocidade de uma tartaruga já que a aula era meramente ilustrativa, reclamei em pensamentos que quando tenho uma aula importante eu sempre saio cedo, vou correndo e chego em cima da hora ou um pouco atrasado, enquanto em dia de aulas mega úteis eu vou devagar e chego cedo. Maldito o momento que eu reclamei disso, nesta quarta-feira, dia 23 de setembro de 2009, paguei por isso e por todos os meus pecados das últimas cinco vidas. Acompanhem... Acordei em cima da hora bem despreocupado, tomei café (Toddy), me arrumei, brinquei com o gato e sai. Subi despretensiosamente as duas quadras até o metrô, entrei na estação da linha verde e saltei no Paraíso para fazer a baldeação, que foi onde a caca começou. Assim que subi a escada rolante para pegar o trem da linha azul, vi que o Paraíso já não era o mesmo. Gente pra tudo quanto é lado, filas, trem parado só com metade dentro do túnel. Após uns 5 minutos, chegou outro trem e entrei. Vem o maquinista anunciar: “devido ao incêndio ocorrido na estação Sé, os trens estão circulando com velocidade reduzida e com maior tempo de parada”. Não sei se tentaram fazer uma propaganda do Hot Pocket e enveloparam um vagão de metrô parecendo a embalagem do produto, tipo comum de propaganda atualmente, acabaram colocando o povo todo no microondas e queimaram feito pipoca, só sei que a Sé pegou fogo (definido como “início de incêndio” pelos jornais). Sendo direto, paguei a língua/pensamento. Se eu tivesse entrado mais cedo, tipo antes das 6:30, talvez eu conseguisse chegar no Paraíso antes da maldita Eva ter oferecido a porcaria de maçã pro Adão, agora vem a praga e bota fogo na estação Sé. Resultado? Cheguei na estação Paraíso às 7:10. 8:30 eu estava na Vergueiro (próxima estação). Enquanto isso, eu estava do lado da barra, segurando lá todo comportadinho, e vem aquele povo encoxando, espremendo, passando mão aqui e ali só pra poder segurar na barra também, como se o trem estivesse em movimento. Porque não descansam o braço enquanto me deixam em paz? O jeito foi cobrir todas as partes que consegui com a mochila. Também havia uma senhora, nos seus sei lá... 40 e muitos anos e 90 e muitos quilos, que estava ficando com calor, calor, calor e ia tirando roupas, casaco, blusa, moletom... E ao lado um menino de uns 15 anos magrinho confortavelmente sentadinho. Eu tentei de todas as maneiras do mundo fazer aquele inútil entender que ele tinha que dar o lugar pra senhora antes que ela fizesse um strip tease ali e traumatizasse alguém, mas ele fingia não ver e olhava pros lados. Sinalizei, acenei, olhei feio, quase xinguei. Nada. Só não desci uma guardachuvada no traste porque se eu levantasse a mão eu não conseguiria mais baixá-la. Uns 20 minutos depois, chegamos na estação São Joaquim (a próxima depois da Vergueiro), isso porque eles disseram “velocidade reduzida e tempo maio de parada”. A velocidade não era reduzida, era estática, porque o trem literalmente não se mexia, e o tempo de parada não era maior, era eterno. As pessoas começaram a bater os pés impacientes pra fazer barulho, como se isso fosse avisar alguém de alguma coisa, e alguns começaram meio que se jogar um pouco pra frente como se estivessem empurrando o metrô pelo lado de dentro. Será que eles realmente achavam que isso ia fazer o trem de seis vagões começar a andar aos poucos? Comecei a ficar nervoso. Tava quase descendo do vagão e indo a pé pelos trilhos. Se me parassem pra reclamar que só trem passa por ali, eu chamaria mais um bando, colocaríamos mãozinhas na cintura um dos outros e faríamos trenzinho cantando “tam tam tam tam tam! Hey! Tam tam tam tam tam! Hey!” até a Sé. Emputeci e saltei na São Joaquim mesmo. Saí da estação e fui para o ponto de ônibus em frente. Havia somente uma moça solitária no ponto, loira (diga-se de passagem), então cheguei educadamente, segurando guardachuva com os bracinhos cruzados, um verdadeiro gentleman, e perguntei: “Senhora, qual ônibus pego para ir para a região do metrô Brás ou Bresser (onde fica minha faculdade).” Ela responde “hum... ônibus? Aqui eu não sei, hein... Mas você pode pegar o metrô” e fez aquela carinha de “ =) “. Olhei fixamente para ela por uns 15 segundos, fiz cara de “ ¬_¬” sem piscar, sem respirar, sem mover um músculo que não fossem os que não precisam do meu estímulo consciente para isso. A resposta que eu queria dar era “tenho cara de bombeiro? Você está sugerindo que eu vá até a Sé apagar o incêndio antes de ir pra aula, é isso?” mas só falei “moça... o metrô pegou fogo” (foi o que saiu na hora). Ela disse que tinha visto isso no noticiário e que da casa dela deu até para ouvir o barulho do helicóptero indo apagar o fogo e tal (e ainda assim me perguntou “por que eu não vou de metrô”). Nisso, ela me diz que o ideal seria eu voltar até a Brigadeiro Luis Antônio, rua do lado da que peguei o primeiro metrô lá do começo do texto, e pegar um ônibus até a Sé e de lá, outro para o Brás. E lá fui eu peregrinar tudo de novo. Voltei até lá enquanto recebia as lamentações de outros do grupo da faculdade quanto à situação. Uma integrante que geralmente vai de carro, por exemplo, achou uma odisséia entrar numa estação de metrô lotada, que fica junto com um ponto de ônibus, mas segundo ela também estava tudo lotado, ainda foi pisoteada, daí desistiu e voltou pra casa. E eu tenho que ler isso enquanto me ralo pra voltar tudo e pegar um bendito ônibus para conseguir chegar até a faculdade, já na segunda aula, porque a primeira já era. Cheguei na avenida e parei o primeiro ônibus que vi para perguntar como chegar até a região da estação de metrô Bresser. Adivinha o que eu ouvi? “Por que você não vai de metrô? =D “. Parecia que eu estava com uma camiseta com um luminoso escrito “me pergunte do metrô!” Novamente falei do grande incêndio e ele me instruiu como chegar lá, pegando uma condução, descendo na Praça João Mendes e pegando outra. Quando eu subi no bus, falei com a cobradora para me avisar quando chegasse na tal praça. Fato: ou o cobrador é simpático ou é desinformado. Essa era super simpática e fofinha, justamente por isso, ela nem sabia onde era a tal praça (que ela passava todo dia durante o trabalho). Perguntou para o motorista e iriam me informar quando chegar. Cheguei, desci (não me avisaram quando chegou, mas todos desciam lá, portanto subentendi que era lá) e ao descer, nem perguntei nada pra ninguém e uma moça veio me perguntar se eu queria saber onde ficava o metrô Sé. Se eu não estivesse usando o guardachuva naquele momento chuvoso, eu juro que descia ele nela. Só agradeci a informação e continuei andando. Neste momento, uma integrante do meu grupo me ligou dizendo que eu podia ir pra casa porque já sabiam do incidente na faculdade e os professores perdoariam as faltas. Possesso, falei que eu ia de qualquer jeito e que chegaria na segunda aula já que tudo estava pronto comigo pra mostrar para o professor da segunda aula. Ela me instruiu certinho qual condução pegar pra chegar lá na faculdade. Desci na praça e dos dez ônibus que ela me disse, ninguém sabia de nenhum, mas me indicaram outro que também chegaria por ali. Subi. Assim que entrei, o cara parou o ônibus e desceu. Conversou com uma moça. Se abraçaram, conversaram, e eu lá sentadinho. Depois ele voltou e pedi para que me dissesse quando chegássemos perto do metrô Bresser (já pronto pra descer a gaurdachuvada se ele perguntasse do metrô!) e ele confirmou, daí começou a cruzar todas as faixas no viaduto, buzinando e xingando meio mundo. E eu desesperado, já dizendo “pode ser na estação anterior mesmo! Ou aqui mesmo! Me deixa em qualquer lugar!”. Ele perguntou onde eu iria e eu falei da faculdade, então ele me deixou em um ponto onde eu só atravessei um viaduto e cheguei lá as 9:15. A aula durou menos de 10 minutos, apresentando o que eu trouxe. Tudo aprovado, fui embora, e de metrô. É fogo mesmo. PS: Vocês já me seguem no twitter? http://www.twitter.com/jekyl_hyde August 13 O número 3 em minha vida.Eu nunca fui muito bom com números. Sempre gostei do número 2 porque conta com este número é sempre fácil. 2x15 é 30, 2x 456 é 912. Mega prático. Também gosto do número 5 porque na escola era uma tabuada fácil de fazer. Vai subindo de 5 em 5, tipo 5, 10, 15, 20, 25, 30... Mas ultimamente minha vida tem me mostrado que a minha sina é o número 3 ou um múltiplo. Vou explicar como cheguei a esta conclusão. Nasci no dia 9, múltiplo de 3, o meu mês de nascimento é no 3º quarter do ano (ou no 3º bimestre escolar), somos em 3 filhos e eu morava em Ourinhos (sílabas: ou - ri - nhos. 3!!!) Meu nome tem 3 sílabas também. Minha mãe é a terceira filha dos meus avós e só ela tem 3 filhos. Acha pouco? O governo de São Paulo colocou vários novos trens na linha verde do metrô. Desde o primeiro, eu fico tentando pegar o trem novo porque é mais divertido, o único, ÚNICO que nunca está indo na direção e que não consegui pegar até hoje foi o 3º novo trem. O último número do meu prédio é 3 e a soma dos números do meu apartamento é múltiplo de 3. E não para por ai... Sempre que eu encontro alguém que eu gosto, esse alguém já tem alguém (ou seja, pessoa + pessoa + eu = 3), ou pior, esse alguém ENCONTRA ALGUÉM e vem me contar com toda a felicidade do mundo, sem dizer que vira e mexe me convidam pra jantares ou saídas a 3 pra eu conhecer o partidão que tomou o meu lugar, porque eu virei um grande AMIGO (sílabas: A - MI - GO = 3) e que eu teeeeeenho que conhecer o futuro marido alheio. Não contente, já me fizeram propostas absurdas, do tipo "se meu namorado não souber, sem rolo!" com aquele sorriso amarelo na cara. O dia que eu tiver que me esconder atrás do armário ou fingir que sou "amiguinho" da pessoa que eu gosto, eu mudo meu nome pra Mário, aquele do "atrás do armário" (AR – MÁ – RIO = 3), sabe? Em todos esses casos, minha reposta tem 3 letras: N à O. Na faculdade, por exemplo, meu projeto do segundo ano só deu certo quando meu grupo foi reduzido para 3 pessoas e agora, no último semestre, o projeto começou com 7 e não tava rolando. Claro, eu precisava de 3 ou um múltiplo de 3 pra dar certo. Cortei um bagaço do grupo e tudo começou a fluir. O nosso cliente tem 3 palavras no nome e vamos fazer o planejamento daki a 2 anos, ou seja, quando ele tiver 12 anos (óóóóó o múltiplo!!!) Nunca estudei numerologia, mas no ano de 2009 (termina com 9!!! Óóóóóóó o múltiplo de 3!!) e com 24 anos (óóóóó o múltiplo de 3!!) percebi que devo apostar mas neste número ou fugir dele de vez. Vou estudar essa teoria pelos próximos três meses. E se você for comentar este post, faça 3 comentários ou deixe comentários o suficiente para o total ser múltiplo de 3, por favor. Obrigado! July 28 Vida de gato de estimação.Cresci numa cidade de interior rodeado de gatos. Desde os primeiros gatos com nomes mega criativos, como "Cat", até os nomes que causam divergências familiares, como o caso da gatinha preta que eu achei a oeste do protão de casa e chamei-a de "Nishi", Oeste em japonês, enquanto minha mãe queria chamá-la de "Angélica Depois do Incêndio" e no final, o nome da coitada acabou virando "Fumaça". Eu ainda chamo ela de Nishi até hoje, nos seus plenos 13 anos de vidinha (gata preta com fiozinhos brancos, tadinha!), e ela reconhece e vem toda feliz pro meu colo. Enfim, desde que comecei a vida paulistana própria sempre quis retomar essa ligação com a infância e ter um gatinho em casa de novo (não que eu tenha deixado de ser criança, mas o tempo passa para todos...) Enquanto isso, eu ficava comentando nos sites de redes sociais em todas as fotos dos gatos dos meus amigos, falando "ownnn, que lindo!! quero um desses!!", até que um dia um amigo vira e fala "Você ainda vai querer o gatinho? Tô doando..." Após uns 15 segundos de aperto no coração e dor na consciência de ter desejado o bichinho de estimação alheio, fui buscar o gato! =D Desde então, Joaquim, meu gato siamês, habita meu apartamento. No começo ele era todo timidozinho, ficava no cantinho, não era muito acostumado com colo. Esta fase não durou um mês... O sofá foi a primeira vítima. Como ele é uma peça única, ou seja, não desmonta nem separa almofadas nem nada, atrás ele tem uma parte fechada com velcro que se abre para poder pegar algum objeto que eventualmente caiu alí dentro. O espertinho aprendeu a fincar a unhazinha nesse pedaço de tecido, ABRIR O VELCRO e entrar. Toda vez que tenho que tirar ele de lá parece que o sofá está parindo, preciso puxar o bicho pelas patinhas e ele vem esticando o tecido em volta. Só faltava eu segurar pelos pezinhos e bater na bundinha pra chorar.
A segunda coisa que aprendi é a ter cuidado com as roupas. Fato: gatos ADORAM correr atrás de uma cordinha. E onde é que as roupas masculinas tem cordinhas? ALÍ MESMO, BEM NA FRENTE, NA CINTURA!! UM RISCO À NOSSA VIDA!!! Percebi isso enquanto fugia do gato pela casa inteira, no telefone com a minha amiga, e ele cismava que aquela cordinha era a cordinha que se ele não pegasse ele morreria ali mesmo. TENSO. Agora aprendi a dar até lacinho nos cordões das bermudas e pijamas. Quase tão bem feito quanto aqueles que ficam atrás de kimono.
Outra coisa que mudou em minha vida é fato de aprender a fechar muito bem os sacos e latas de lixo. Se eu não fizer isso, o Joaquim abre e gentilmente traz para a minha cama algum presentinho que ele achou lá. Não contente, ele faz isso as 3 da manhã e ele sabe abrir as portas, portanto não adianta fechar, muito menos me arrisco a trancar porque dai eu ouço um CRASHHHH, fico preocupado e tenho que ir lá ver o que foi, então acho melhor deixar aberto mesmo…
Mas nem tudo é facilidade na vida deste gato. Como bom educador que sou, tudo o que pego ele fazendo errado, desço a mão ma cinta (na verdade, moleton) e saio batendo do lado dele, não nele, pra assustar. Pra ser ainda mais malvado, já fechei o buraquinho do sofá com uma blusa por cima, pendurada no sofá, e ele deitou no chão e olhou pra mim com aquela carinha de “não me mate!!! Tenha piedade!!!”, o resultado foram 2 semanas inteiras sem encostar na lata do lixo. O coitado sofre de vez em quando também. O meu amigo, que divide apartamento comigo, uma vez entrou no banheiro e não viu o gato entrando junto. Estava ele mijando feliz e contente, quando o Joaquim cismou em olhar o que era aquilo que caia no vaso, se apoiou e subiu no vaso para ver. O resultado foi um jato urinário na cabeça do bixano, que ficou assustadíssimo e meu amigo acabou tendo que dar um pequeno banho com xampuzinho na cabeça do mini cidadão. O gato já está ficando tão educadinho com as broncas que dou nele que da última vez que vi, ele até fechou a porta do banheirinho onde fica a caixinha de areia dele!!!
Enfim, ter um gato é divertido. Ver ele querendo entrar no guarda roupa, mexer no que não deve, entrar no seu quarto e deitar bem no meio da sua cama na hora de dormir como se ele tivesse direito total de fazer isso é muito engraçado. Mas pensem muito, mas MUITO mesmo antes de ter um, porque gato dura e você acaba virando um pai. Vocês não tem noção de como penso dez vezes antes de deixar uma janela escancarada em casa. Um belo dia, Joaquim brincava pela cozinha, onde há uma big janela atrás da pia. Ele estava tentando escalar e acabou abrindo as gavetas. Acabou entrando em uma sem querer e ela se fechou sozinha (aquelas com rodinhas laterais para deslizar melhor) e o bonit ficou preso lá. Resultado, meu amigo volta pra cozinha e quase tem um filho, tamanho o susto do rapaz, que JURAVA que o gato havia cometido suicídio, querendo se livrar da sua pobre vida de cão… (péssimo trocadilho…) Portanto pensem muio bem antes de assumir esta responsabilidade. Ah, e também NUNCA troquem de ração. Comprem uma que na embalagem está escrito, LITERALMENTE, “para gatos castrados que vivem em ambientes fechados”, já que em outra parte diz também que ela ameniza o odor da urina. Eu fiz a besteira de comprar uma só porque o sabor era de carne e estava escrito “para gatos ativos”. Preciso dizer que o gato agora está uma pilha? E depois também percebi que a anterior realmente diminuia muito o odor da urina. Vivendo e aprendendo… Ainda assim, adoro meu gato! =) May 25 O superaquecimento global na minha vida.Atualmente, o assunto do superaquecimento global é a pegada. Se você está em alguma festa ou encontro de profissionais e quer falar sobre assuntos inteligentes ou que gerem polêmica (ou seja, não importa a opinião, ninguém está 100% certo ou errado), é só falar sobre o superaquecimento. É divertido porque se você não está naqueles dias nos quais acordamos dizendo “P#RRA, CARAL#%, QUE DIA MARAVILHOSO PRA IR NUMA REUNIÃO DE NEGÓCIOS CONVERSAR HORRORES COM TODOS OS BUSINESS MEN E FAZER AQUEEELE MONTE DE AMIZADES NOVAS!!!”, você joga o verde e o pessoal continua. Apesar de se algo comentado como problema quando acontece um tsunami ou quando se mostra o video de uma geleria quebrando, percebi que o esquema do superaquecimento e mudanças drásticas de temperatura são coisas muito mais comuns em minha vida do que apenas conversa para fazer business man dormir. Não andei com um termômetro na mão para dizer “olha, pico de temperatura!!” ou “mayday! mayday!” (aquilo que eles falam quando o avião está caindo velozmente), mas parei para ver os altos e baixos onde eu passei momentos frios e calorosos no mesmo dia. Vamos à alguns exemplos:
1) Condições geográficas: Essas são as mais perceptíveis. Desde os altos sete andares do meu prédio, que quando saio daqui está aquele frio do cão, até o subsolo do metrô, onde está um forno, a temperatura tem picos e quedas absurdas. Fora que na Avenida Paulista, a temperatura em geral deve ser uns 6 ou 7º a menos que no local onde estudo na zona leste. Se não fosse a minha preguiça de tirar e colocar o moleton durante as variações, eu já estaria musculoso.
2) Condições temporais: As segundas mais perceptíveis. As 7 da manhã, quando saio de casa, tudo na rua parece o set de gravação de “A Era do Gelo 3” (se fosse realmente filmado), ou Silent Hill, pela névoa. 7:30, na faculdade, o filme “Fogo de Dante” poderia ser gravado na minha faculdade, porque só falta a água da fontezinha evaporar (e tem dias que ela está vazia. Será que já evaporou?).
3) Condições de paciência: Essas são as mais irritantes, pois você não consegue controlar. Por exemplo, quando você entra numa sala antes de falar com alguém importante sobre um assunto importante, que você fica na salinha de espera e aquele ar condicionado parece que diminuiu de 25ºC para -802ºC, é simplesmente impossível fazer o joelhinho parar de tremer, você começa a batucar com as mãozinhas e finge que batica super rápido pra não mostrar que não é batuque, é tremedeira de frio. Quanto mais tempo demora, mais frio fica. Já quando você marca de sair com alguém e faz a burrada de marcar na frente da balada, por exemplo, o efeito é o contrário.As pessoas passam, olham pra você alí parado, isso quando não pergunta se você faz programa, passam, olham de novo, dão risadinha, e cadê o inferno da pessoa que era para estar alí há algumas horas atras?? Ela só chega depois que você desistiu de ter auto estima, depois que você já está sentindo uns 200ºC de tanto nervoso e raiva, pensando se valia a pena esperar ou se seria melhor ter vazado.
4) Condições de falta de QI alheio: Essas são as condições que mais tentamos disfarçar, mas é difícil. Essa é quando você está à temperatura ambiente. Daí alguém chega e pergunta alguma coisa boba. Você, na maior das boas vontades, explica, e a pessoa erra de novo. Não contente, você volta a explicar querendo que aquela pessoa não faça mais a mesma caca, já que errar é humano, mas repetir o erro é burrice. Ainda assim, o indivíduo vai lá e faz a “Caca Reloaded”. A cada cacada do cara, você aquece uns 20º, ou seja, quando chega a 100º, você está em ebulição e fala um monte, e não tem jeito.
Olhar para os exemplos nos leva a pensar coisas do tipo “será que se as pessoas chegassem no horário que marcamos na balada, ou se fosse menos burras, o mundo estaria mais friozinho? Teríamos mais geleiras?” ou se todas as gelerias se forem, moraremos em palafitas? Muitas questões. O negócio é que o discutir o aumento ainda é um assunto interessante e ainda não temos respostas definitivas. Ou será que já? January 22 Carinho, carência e sofás.Uma bela noite fresca, eu e uma amiga estávamos no salão(zinho) de festas do prédio dela, porque seu apartamento estava uma verdadeira zona de tanta coisa jogada e ela não queria que eu visse seu quarto bagunçado, já que minha vida se dividiria em “AQ” e “DQ”: “Antes do Quarto” e “Depois do Quarto”, segundo ela. Lá começamos a falar de várias coisas, daí entramos nos assuntos pessoais e nas dificuldades de achar a pessoa certa (ou quase certa).
Comparamos a pessoa certa com um “sofá ideal”, ou seja, aquele com material e conforto que você quer. Algumas pessoas precisam sentar e experimentar vários sofás antes de decidir qual é o ideal para levar pra casa. Outras, assim que se sentam, já sabem que é aquele. Há ainda outros que sentam em um sofá, gostam, mas não querem sair da loja antes de experimentar TODOS os sofás do local, e o que geralmente acontece é que quando voltam ao modelo que agradou, este, já paradinho ali por algum tempo, acabou sendo vendido e não adianta chorar pelo leite derramado. Também existem alguns doidos que sentam em um sofá, JURAM que aquele sofá foi feito especialmente pra eles e nada no planeta Terra mudará esta opinião, e na maioria dos casos, nem os próprios sofás agüentam o peso do bundão. É sempre assim, um paradoxo de opiniões.
Bom, eu e a amiga, no caso, parecemos (ou acreditamos) ser mais normais que esses casos. Nem acomodados para não sentar em nenhum sofá, nem hiperativos pra querer experimentar todos, ou seja, somos “moderados”. O problema é que depois que você entra na loja de móveis (quando você começa a namorar e tal) você não sai mais até encontrar o sofá ideal. Quando você é criança, você só é criança, depois tudo se divide em “estou solteiro” e “estou compromissado”. Uma meleca, mas é assim que acontece e não adianta negar.
O negócio que pega é aquele esquema de “quem eu quero não me quer”. Talvez o problema maior nem seja o “não me quer”, mas sim o “me quer, mas não agora”, porque isso deixa aquele gancho que você não sai, mas também não engrena de vez. E isso é irritante, deixa a gente louco e a gente xinga, bloqueia, volta, fala, chama pra sair, dá bolo ou leva bolo, e por aí vai. Momentos chatos, porém que fazem o sangue correr mais nas veias, deixa o rosto corado, machuca os dedos do pé e quebra alguns objetos (durante as crises de revolta) e depois que passa até dá saudade, mas o “durante” acaba com a nossa vida. O esquema desse “eu te quero, mas depois” enlouquece porque a pessoa marca você, mas marca de marcar mesmo, tipo aqueles espetinhos com inicias na ponta que esquentam na brasa e usam pra marcar os bois: nos aquece, nos machuca e nos marca.
A marcação pode ainda render algumas situações, como momentos melosos, momentos de raiva, ligações que depois de colocar o telefone no gancho nos perguntamos “o que eu tinha na cabeça pra falar isso??!!” Minha amiga, por exemplo, chegou ao ponto de pegar o telefone, ligar para o sofá amado (que hipoteticamente seria o sofá ideal ou ela achou que ia ser) e pedi-lo em casamento. Imaginem a cena, você chega em casa e seu celular toca, toca, toca... Você atende e a primeira coisa que você ouve é “chamada a cobrar. Para aceitá-la continue na linha após a identificação” (brincadeira, gente!! Começa agora nessa segunda parte) “você é o homem da minha vida! Casa comigo? Eu to apaixonadaaaa!! Por favorrr!!!”. Conhecendo minha amiga como eu conheço (sem modéstia ou puxação de saco, linda, charmosa, inteligente, “pra casar”), seria a coisa mais meiga do planeta, mas a ação corajosa não rendeu frutos. Claro, seria meigo depois de você desligar e pensar algumas vezes para tentar entender se aquilo foi verdade ou trote. Mas ela acabou pensando mais um pouco e achou que preferia um sofá de uma coleção mais nova, já que esse do caso era um tanto “vintage”, e acabou mudando de idéia. O problema, tanto dela como de qualquer outro, é que o mercado de sofás anda tão instável e os consumidores andam tão exigentes que é difícil achar um sofá pra você em meio a tantos, daí acabamos escolhendo um que é por encomenda e estes demoram muito mais para chegar no conforto da nossa casa.
Começamos a comparar essas pessoas marcantes de “sofás”, porque é isso que elas deveriam ser, por vários motivos:
1) Deveriam estar a venda. A gente entra, escolhe, paga e ele vem! Nada de pensar, refletir ou reclamar. 2) Deveriam ficar onde quiséssemos, paradinhos ali na sala pra você sentar do lado a hora que quer. 3) Deveriam se adaptar a nós e não causar problema, igual o sofá se molda conforme a bunda sentante. 4) Deveriam ser fixos. 5) Deveriam permitir que os mandássemos pro conserto e recebermos de volta uma semana depois, novinho. 6) Deviam poder ser arrastados pra onde quiséssemos. 7) Deveriam ser NOSSOS.
Mas não é bem assim que acontece. Na hora de marcar esses sofás xaropes de volta, eles ainda querem fazer bumbum doce e fingem não deixar, numa pseudo-liberdade criada por eles. Quando estamos enganchados eles também estão, embora façam toda essa carinha de “não temos nada”. Em suma, você está marcado como um boi, daí você pega o seu espetinho e vai lá queimar o seu sofá especial e ele toma o espetinho da sua mão e diz “nemmm ferrando!! Você não vai me marcar!” viram o espetinho pra dentro, se queimam eles mesmos e devolvem, ainda fazendo aquela carinha de “humpf! Viu? Eu que mando!” Independentemente da ordem, o resultado é o mesmo.
É estranho pensar que essas pessoas vão tirar noites de sono mais cedo e estarão do lado fazendo a gente dormir mais tarde. Isso se ainda não for o nosso sofá ideal, onde toda a briga virará história de filme, um DVD com as cenas do casamento e uma vivência junta até os últimos momentos. Pensar nisso as vezes dá até um aperto.
Enfim, esse é um assunto que vai longe, mas queria registrar como conseguimos comprar móveis a uma situação tão pessoal, ainda mais discutindo como somos complicados e como complicamos o que nem sempre é tão difícil. Mas um dia eu resolvo isso. Ou eu caso ou eu abro uma movelaria e pronto. January 11 Dez coisas para não se fazer quando se está conhecendo alguém.A internet chegou e dominou os lares de todos. Junto com a liberdade do tráfego de informações também veio a liberdade de expressão. Ou seja, se você tinha alguma coisa entalada na garganta e precisava falar isso pra alguém, a internet é o lugar! Se você tinha vergonha de ver o que vendem na sex shop, agora você pode fazer isso sem sair de casa! E se você não tinha coragem de sair paquerando pessoas por aí, agora você pode também, através de bate papo virtual onde você não precisa ficar com vergonha! Sem tempo e sem ânimo de sair por ai pra conhecer pretendentes e realizar dinâmicas e entrevistas, igual se faz pra conseguir uma vaga de trabalho, resolvi tentar conhecer pessoas virtualmente. A minha lista de pretendentes virtuais não chega aos pés da lista de gafes, anotadas após cada conversa individual. Veja alguns dos itens que mais preocupam, ou queimam mais filme, quando se está conhecendo alguém: 1) Não fique falando do(a) ex! Esse é o primeiro e o pior deles. Não tem coisa pior do que, durante a conversa, a pessoa começar com aquele tal de “ai, estou catando os pedacinhos do meu coração quebrado”, ou então, quando você fala “você curte a banda tal?” e a vítima responde “meu ex adorava...” Dá vontade de dizer “então passa aqui o MSN do teu ex que eu vou conversar com ele, que deve ser mais interessante que conversar com você”. Ex é ex. Se fosse bom, ou se fosse pra dar certo, não seria ex. E encerre o assunto aí. 2) Não seja depressivo. As pessoas se conhecem e querem conhecer outras para uma amizade e um futuro relacionamento, não para acabar tendo vontade de cortar o pulso ou pular de 10º andar. Pessoas normais querem se relacionar para viverem grandes emoções, e não entrar em depressão profunda. Muitas vezes começa com aquele “estou carente” e “terminei faz uma semana”, o incrível é que terminam e já correm atrás de alguém pra substituir... imagine quanto tempo uma pessoa dessa veste preto quando está de luto? 15 minutos? Depois contam toda a história da vida e por incrível que pareça, o mundo conspira contra ela. Se eu quisesse drama eu veria na TV. 3) Não fique usando diminutivos. Não existe coisa mais irritante que isso. Chega uma hora que eles param de ser fofinhos e começam a ficar depreciativos, e isso não demora pra acontecer. Começa com “estou tristinho” ou “tão bonitinho”, e começam pra “dar uma saidinha pra pegar um filminho com uma pipoquinha e dar um beijinho” e por aí vai. Aí você já começa a pensar que a pessoa é bonitinha, legalzinha (o que já não é muito) e você acaba pensando que relacionamento vai ser legalzinho... mas não vai ser aquilo tudo que você espera, já que tudo é “zinho” pra essa pessoa. Todo mundo quer viver uma puta experiência e não qualquer experienciazinha. Então largue a mão da síndrome de inferioridade e use o diminutivo quando ele realmente tiver efeito fofinho. 4) Não assuma uma posição de auto-suficiente demais. Aquelas pessoas que o trabalho não é tão bom quanto elas, que não utiliza 1% de seu enorme potencial, ou que os ex não eram de nada, porque como eles(as) adoram dizer, “eu me valorizo!”, o tesouro é tão, mas tão valorizado que até hoje ta sozinho senão não estaria ali falando com você. Se o cidadão é tão bom assim, ele que saia com ele mesmo, porque só ele vai se ligar no dia seguinte, se mandar flores e continuar repetindo pra si mesmo o quão bom ele, afinal, ele não foge dele mesmo. É o par ideal. 5) Não tenha foto falsa ou extremamente bem tirada. Ter fotos de tudo quanto é tipo é essencial. Algumas pessoas têm aquelas fotos que não se sabe o porquê e nem a ciência sabe explicar, mas que naquele dia, naquela lua cheia, devido ao alinhamento dos planetas e a numerologia obtida somando o número do dia atual com a hora da foto e a quantidade de megapixels da câmera a foto saiu extremamente boa e o cidadão a colocou na internet. O resultado é SEMPRE catastrófico. Enquanto você enxerga um monumento grego, do outro lado da tela está uma criatura de fábula que já voltou a ser abóbora e todo mundo já sabe que pau que nasce torto nunca se endireita. Mostre logo a sua cara como ela é todos os dias e se a pessoa gostar, não tem erro. Se não gostar, paciência. Próximo da fila. 6) Não seja o(a) sofredor (a). Outro assunto que deixa qualquer um puto da vida e dá aquela vontade de excluir e bloquear é conversar com sofredores. Você trabalha, mas o trabalho deles é MAIS DIFÍCIL, você mora com alguém xarope, mas a pessoa com quem eles moram é MAIS XAROPE! Você não se dá bem com familiares porque sua família está passando por uma crise, eles ESTÃO SOFRENDO MAIS E A FAMÍLIA DELES É PIOR! Chega uma hora que cansa, você diz que vai até o forno pegar o bolo que terminou de assar e nunca mais aparece online naquele MSN. 7) Não seja radical demais, principalmente quando for no sentido negativo. Se te perguntarem se você fuma, se você sai, se você curte o filme tal, não venha com “ODEEEEEEEEEIOOOOOOOOOOO!!!”. Não existe coisa mais insuportável que gente que odeia ou ama demais as coisas. Claro, é sempre legal saber de uma ou outra mania ou conhecer algo que você ou ele(a) sejam aficionados, o que não dá são aqueles papos assim: Entrevistador para a vaga de parceiro amoroso: “você curte balada?” Candidato à vaga: “ODEIO!” Entrevistador: “Você foi no show da Madonna?” Candidato: “Credo! Odeio Madonna!” Entrevistador: “Você quer sair pra tomar um café?” Candidato: “ODEIO CAFÉ! DÁ ÚLCERA!” Entrevistador: “Você quer ir tomar no olho do seu **?” Ou você achou que a conversa terminaria de outra maneira? Radicalismos positivos também não ajudam. Amar demais alguma coisa, tipo “ahhhh, eu vou na balada, sou o primeiro a entrar, conheço todo mundo lá dentro, beijo todo mundo e sou o ÚLTIMO a sair!” não soa tão legal quanto parece. 8) Não peça o impossível (ou extremamente difícil). Não exija namoro a distância, não exija memória de elefante para todas as datas e gostos, nem exija que parem de fumar ou que se mudem porque você quer. Existem serem humanos que moram longe que pedem e imploram pra você ir na casa deles AGORA, ou pra sair pra um lugar longe, ou qualquer outra coisa que só se pede para quem você já está namorando faz tempo e olhe lá. Exagere no pedido e o outro já vai pedir a conta pra ir embora. 9) Não seja adiantadinho(a). Não queira casar amanhã ou já namorar sério no segundo dia. Pessoas que comemoram “aniversário” quando o namoro completa uma semana ou um mês têm sérios problemas psicológicos e lingüísticos, porque “aniversário” vem da palavra “ano” e não “mês”. Não se coloca a carroça na frente dos bois. É claro que gente lerda também irrita, tipo dois meses depois você ainda não conseguir marcar algo pra sair é complicado, mas deixe as coisas acontecerem e não cobre nada. Tudo tem hora certa e você precisa aprender a perceber isso. 10) Seja quem você realmente é, mas tenha noção de limite. Dois grandes problemas nesse tópico são pessoas que querem ser algo que elas não são, como dizer que fizeram viagens que não fizeram, que são tão importantes quanto não são, entre outras pérolas. Tem casos em que juram que são tão importantes quanto um membro da Academia Brasileira de Letras e quando você vai ver, ainda está tentando se formar no supletivo há uns quatro anos. Já a questão do limite é que as pessoas adoram dizer o quanto elas já passaram, suas experiências, e que com isso elas aprenderam a ser mais: chatas, intolerantes, egoístas, insensíveis, nada versáteis. Não contentes, elas ainda querem que VOCÊ se adapte a elas e não o contrário, porque elas aprenderam que não devem fazer a vontade dos outros porque eles sempre se dão mal. É, piazinhos, assim a coisa fica complicada. Relacionamento geralmente deve ser algo em que os dois combinam em alguns aspectos e se diferenciam em outros. Enquanto as pessoas não ficarem mais tolerantes e com mais senso do que falam, a coisa não vai pra frente. Eu realmente espero e rezo para que as pessoas aprendam a utilizar a internet de uma maneira mais construtiva, como ler sobre gramática e escrever menos asneira ou no mínimo acompanhar algum noticiário que não seja fofoca de artista, para que assim eu possa finalizar a minha lista de gafes virtuais e ter uma conversa normal. A net ajuda muita coisa na vida dos usuários, eles só precisam aprender que ela é uma ferramenta e não a base de toda a sua vida. Se for pra ficar com uma pessoa dessas, eu namoro com o meu PC que eu fico na vantagem, pois ele é como eu quero, fica onde eu quero,dorme do meu lado todas as noites e o mais importante, É MEU! December 29 A novela, a vida alheia e em último caso, a vida própria.Outro dia eu estava na casa de um amigo e estávamos jogando videogame. No meio da jogatina, a mãe dele vem e pede pra gente dar uma pequena pausa para ela poder assistir a novela. Claro que não me incomodei, desligamos e todos começaram a assistir e opinar sobre a narrativa que se desenvolvia. Quando tentaram me inserir na conversa, eu até tentei comentar aqui e alí, mas disse que não acompanhava a estória. Nisso, a senhora logo disse que durante este ano, como seu trabalho não foi tão corrio como nos anos anteriores, ela teve mais tempo de seguir as novelas. Até aí tudo parecia normal, mas foi durante os próximos assuntos que isso acabou me deixando um tanto curioso, pra não dizer outra palavra... Resumindo muito o que acontecia (e que eu, muito astuto, observava e mentalmente anotava tudo), a trama mostrava o que os personagens faziam enquanto os telespectadores hiper entusiasmados (mas que juravam não serem tão ligados assim em novelas) ficavam tentando adivinhar o que ia acontecer. Era praticamente um enorme bolão, com várias alternativas e prêmios. Um exemplo foi uma cena em que uma senhora se escondia no banheiro e ouvia toda a verdade sobre outra personagem que estava enganando ela e que havia matado muita gente. Daí começaram:
Telespectador desocupado 1: "ela vai ter um ataque do coração e vai morrer, por causa da idade! Daí ninguém vai saber a verdade!" Telespectador desocupado 2: "ela vai lá na polícia entregar essa vagaba aí! CERTEZA!" Telespectador desocupado 1 novamente: "ahhh não, ela vai pedir perdão pras pessoas que tentaram dizer isso pra ela mas ela não acreditou!" Telespectador desocupado 3: "se eu fosse aquela mulher eu matava a velha e continuaria o plano!" Entre outras baboseiras que ouvi.
Após a novela fomos até a cozinha pegar algo pra beber. A mãe do meu amigo foi logo se desculpando pela bagunça que estava sobre a mesa e em cima da geladeira, dizendo "olha isso, que zona! Mas não teve como, não tive tempo de arrumar nada!" e eu não me aguentei, e sem intenção acabei deixando escapar um "ué, mas esse ano não foi super tranquilo pra você a ponto de você seguir as novelas e tudo mais?" Ela ficou meio sem graça mas acabou reagindo com uma gargalhada. Não foi por maldade, mas pisei no maior dos calos:
TODO MUNDO TEM UMA SOLUÇÃO PRA TUDO NA NOVELA, MAS NÃO CONSEGUEM RESOLVER OS MENORES PROBLEMAS DA SUA PRÓPRIA VIDA.
Faça o teste. Pergunte, durante a novela, o que eles fariam em cada caso, seja ele o mais absurdo possível. A resposta virá em segundos, praticamente como naqueles programas de entrevista, onde tem aquele "bate bola, jogo rápido": Pergunta ao telespectador desocupado: e se ela tivesse matado aquela mulher? Resposta astuta do telespectador desocupado: ela teria que cortar o corpo em pedacinhos e espalhar em lixos distribuídos em diversos cantos da cidade. Pergunta ao telespectador desocupado: e se ela tivesse achado uma mala repleta de dinheiro? Resposta astuta do telespectador desocupado: pegaria o dinheiro, deixaria a mala lá, compraria passagens e fugiria pra Europa. Pergunta ao telespectador desocupado: e se ela precisasse matar a outra que agora sabe de tudo? Resposta astuta do telespectador desocupado: é só misturar veneno na bebida da velha ou levar ela pra comer sashimi e dar um peixe venenoso "por engano".
Pois é, pra cada uma dessas eles têm uma resposta. Agora vamos para o lado da lado "vida real": Eu pergunto: por que seu quarto está essa zona? Assalariado que trabalha 6 horas por dia, que não cozinha, não limpa, não passa e ainda mora com os pais, mas que nas horas vagas vira telespectador desocupado: ahm... bom... é que esse ano foi tão corrido, então fui deixando, deixando, deixando... Eu pergunto: se você tinha só 18 anos, por que não usou camisinha e evitou uma gravidez que deixaria sua vida tão mais complicada? E agora que tem filho, por que não cuida direito ao invés de deixar com a sua mãe, já que você agora você já tem 26 anos? Desempregada, com cabelos perfeitamente tingidos, unhas perfeitas, corpo escultural e nada pra fazer o dia todo: ah... mas é que é tão difícil... as coisas são tão difíceis... mas a gente tá tentando...
Seeeeei. Eu também estou tentando. Tentando compreender a mente humana que reclama do que os outros não fazem. Mas agora, façam a experiência e coloquem as pessoas pra comentar sobre o problemas DOS OUTROS: Pergunte à desempregada de 26 anos com filho sobre a cozinha desarrumada: "ahh, muito simples. É só limpar de pouco em pouco durante os intervalos da novela e durante os horários em que ela está em casa mas a novela ainda não começou". Pergunte à dona de casa noveleira sobre o assalariado folgado: "é só acordar mais cedo pra arrumar um pouco o quarto ou arrumar e manter um mínimo arrumado depois que volta do trabalho, afinal 6 horas de trabalho não matam ningúem". Pergunte sobre a gravidez precoce para o assalariado: "se fosse eu, jamais teria deixado isso acontecer. Daria um jeito com camisinha, espermicida, qualquer coisa. Mas caso acontecesse, ia ficar um pouco mais responsável e cuidar do piolhinho".
Está comprovado! O problema dos outros é sempre mais fácil que os nossos próprios! Só falta as pessoas começarem a perceber isso e tentarem resolver as pequenas guerras civis dentro de casa antes de exigir mais dos que estão fora dela. Acham que é fácil ser técnico de futebol e ganhar todos os campeonatos? Ou ser político e ter que resolver um milhão de problemas de uma vez com todo mundo buzinando na sua cabeça e te acusando de coisas? Então sejam um. Só não vale chegar lá na hora e dizer que justamente esse time que você pegou é muito ruim ou o seu mandato coincidiu com a pior crise política de todas. Ou as pessoas aprendem a se contentar com o que tem ou apendem a fazer mais. É o ciclo da vida. Uma vez uma amiga minha disse que o pai dela resolve tudo com duas frases: 1 - O que é que te impede? 2 - O que é que precisa? Ou seja, se você possui condições de fazer alguma coisa (frase um), corra atrás do que precisa e realize-se (frase 2). Talvez esse país precise de mais pessoas como o pai dela. Vou sugerir que ele apresente palestras alguém naquele, bando de gente, tem que conseguir abosrver algum conhecimento desse homem genial! December 22 Cyber-psicólogo, R$200,00 a hora. Aceito todos os cartões e Paypal!Um dos grandes problemas que tive na hora de escolher um curso superior não era a falta de opção ou não saber o que eu poderia fazer pro resto a vida. No meu caso, o grande problema foi o excesso de opções. Optei por publicidade e propaganda porque adoro a área, é bem legal e ampla, mas ainda penso em cursar alguma outra nem que seja pra matar a vontade,e a primeira coisa que eu faria seria um curso hiper aprofundado de psicologia. Continuem lendo pra entender o porquê. Ultimamente existe uma grande "internetização" das coisas. Você pode fazer tudo por internet, comprar, vender, alugar, trocar, pedir, exigir, reclamar, conferir, entre outras coisas. Daí começou uma onda gigantesca de virtualizar coisas humanas. Isso inclui conversa, namoro, sexo e demais atividades. A última mania agora é o cyber-desabafo, onde as pessoas chegam pedindo ombro amigo, falam tudo, rasgam o verbo, pedem conselho (e reclamam dele), pedem ajuda, e quando tudo está da maneira que eles querem,dão tchau e desconectam. É prático, fácil e com resultados garantidos. Seguindo a nova tendência, tive que criar uma nova lista de contatos no meu MSN para mover esses moderninhos para lá, tipo um cantinho do castigo. A questão é que ultimamente as pessoas só vêm falar comigo quando querem contar algo e pedir solução. É incrível como não se consegue mais conversar cobre um filme, um jogo, combinar lugares pra sair nem nada. Até cumprimentar está difícil, você fala "tudo bem?" e a pessoa responde "tudo péssimo!" querendo dizer "senta que lá vem a estória..." Resumindo, eu virei uma espécie de psicólogo virtual. As pessoas entram na internet, me vêem online, ignoram o meu status (se estou ocupado, se estou morrendo ou qualquer outra coisa que eu tenha escrito alí) e contam tudo, perguntam tudo e exigem uma resposta/soução minha em um tempo cronometrado, senão chamam atenção, mandam emoticons exagerados e vários "???????!!!!!!??????!!!!!" e tudo mais no MSN. É praticamente um programa como aquele "Passa ou Repassa", a diferença é que independente da resposta eu levo torta na cara. Como se não fosse o suficiente, tenta desabafar algo com eles pra ver o que acontece. Qualquer coisa que você fala eles dão a primeira resposta idiota que qualquer um que não te conhece daria, já que eles não estão ali pra escutar, o monólogo deles é sempre mais interessante. Por exemplo, estão falando sobre um namoro que terminou, daí você fala que o seu casamento acabou e você perdeu tudo durante processo da separação, foi exilado e agora mora na África num local onde sempre há conflitos por causa das guerras civis, e a pessoa não demora dois segundos e repsonde algo besta como "ah, junte dinheiro e se mude daí. Mas então, como eu falava, meu namoro acabou..." e continua com a novela. O mais incrível é como as pessoas atribuem um alto valor às coisas que acontecem com elas. Um exemplo foi uma que veio dizendo "PRECISO FALAR COM VCCCCCCCC!!! É URGENTEEEEEEEEEEEEEEEE!!! URGENTÍSSIMOOOOOOOOOOOOOOO!!" Agora prestem atenção aos fatos que ela contou:
1) um dia ela ficou com um cara e fez... muitas coisas... 2) no dia seguinte ela ficou com outro cara e o fulaninho do dia anterior viu. 3) quando ela catou o fulaninho do dia 1, ela contou que ele lembrava um outro cara que ela conhecia, que era o tal do dia 2. 4) ela realmente ficou com o cara do dia 1 pensando no cara do dia 2.
Após escrever um alcorão de informações de uma maneira muito mais complicada que o esquema acima descrito, ela me pergunta:
1) você acha que ele vai achar que sou uma biscate? Preciso responder? Próxima.
2) você acha que ele vai querer sair comigo de novo? Qual alternativa ilustra a resposta para essa pergunta? a) hummm... eu acho que não... b) é bem provável que não... c) se parar pra pensar, acho que ele vai querer sair com outra pessoa pra variar um pouco, igual você fez... d) el esqueceu de te contar que você lembrava muito uma outra menina que ele conhecia, e agora ele vai sair com ela. e) depois de ver a cena ele ficou abalado e optou pelo celibato... então ele não vai ficar com você de novo... Deduziram a resposta? OK, next.
3) O pior é que esse cara conhece gente da turma que eu ando. Você acha que eu vou ficar falada? Existe uma possibilidade. Mas depois de aprontar tudo isso, ficar falada é detalhe. Vá viver sua vida e pára de ligar pra tudo o que os outros falam. Se for pra ligar, então não apronte.
Então, o que acharam do meu trabalho como "cyber psicólogo"? Fácil? Simples? Óbvio demais? Talvez. Porém, as pessoas não aceitam esse tipo de resposta. Elas não conectaram para ouvir a verdade, elas querem uma fuga para um mundo fantástico idealizado, onde tudo o que você quer pode ser encontrado no Google e tudo o que você não deseja ouvir fica guardado na sua caixa de e-mails indesejados. Então tive que contornar com um "não fique assim" e alguns "é complicado... melhor deixar isso pra lá". Quando a poeira baixar eu converso certinho com a cidadã. Por isso, se a minha carreira publicitária nao decolar e se eu não ganhar nenhum prêmio de literatura, qualquer que seja, eu vou me tornar psicólogo!! E não é a primeira vez que digo isso! Imaginem que beleza, um psicólogo virtual. você digita www.querodesabafarmassoumuitochatoeninguemmeescuta.com.br, entra na fila de espera que vai abrir numa janelinha de chat. Digita o número do seu cartão de crédito (futuramente aceitarei todos os cartões, Paypal, vale alimentação, vale transporte e até descontarei do fundo de garantia do paciente) e já fica informado que custa uns 200 reais a hora. Daí a pessoa fala, fala, fala e eu poderei ser super sincero, falar que ela não presta, que precisa aprender a ser gente, entre outros tipos de comentários, todos embasados pelo jargão "Freud explica", pois afinal de contas. Afinal, eu sou um profissional e posso falar na cara, além de ser pago pra isso, então a pessoa até ficará feliz com o que eu disser. Depois é só marcar um "retorninho" e lá se vão 200 reais pra minha conta. Parece meio filho da mãe, mas tem fundamento. O negócio é aproveitar essa oportunidade pra fazer um "business", ainda mais nos tempos de crise. É claro que muita gente ia querer uma primeira consulta de graça, e eu daria com toda a alegria do mundo. Daí é só deixar aquele gostinho de "final de novela das 8 (que começa às 9)", que no clímax você corta e fala "ou paga a próxima consulta ou fique com essa dúvida eternamente". Isso traria muita paz para o meu MSN e as conversas com amigo se tornariam muito mais agradáveis, já que não seriam mais monólogos. Certas vezes precisamos tomar algumas atitudes para poder ter um pouco de sossego. Portanto, da próxima vez que vocês forem falar com alguém e desabafar sobre algo, reflitam sobre os seguintes pontos: 1) você provavelmente sabe a resposta da pergunta que você quer fazer; 2) pense se o que aconteceu com você é realmente grave e se a pessoa para a qual você está contando isso não passou ou está passando por uma barra maior que a sua; 3) existe uma grande diferença entre pedir conselho (onde você ouve o que realmente precisa) e ouvir o que quer (quando você nega as soluções que a pessoa propõe ate ela dizer a soução que vcê queria ouvir); 4) pense se você realmente quer ouvir a resposta das suas perguntas; 5) você já fez algo para resolver a situação ou realmente pretende fazer? Porque se for pra reclamar e chorar no ombro do amigo só pra fazer drama, crie um blog com um título sugestivo como "ninguém me ama, ninguém me quer" e poste tudo isso lá para quem quiser ler. Não castigue o seu amigo se ele não fez nada contra você; 6) e a última, mas mais importante: a diferença entre um amigo desabafando e um mala não é grande. Cuidado para não virar um container na vida do ouvinte.
Depois de ouvir várias vezes que tenho cara de "estudante de medicina da USP", talvez psicologia seja o meu destino. Bom, o que tiver que ser, será! Por enquanto sou um mero escritor de blog que espera cometários para seus textos e, futuramente, um nobel da literatura digital. October 13 Habilidades: PORTUGUÊS BRASILEIRO TRADICIONAL FLUENTE!Neste final de semana eu causei polêmica na aula de mandarim. Isso aconteceu por causa de três fatores que me revoltaram: 1) A notícia de que há dois milhões de analfabetos nas escolas brasileiras; 2) As novas "regras" de português que excluem acentuações e coisas que estudamos por anos para poder aperfeiçoar; 3) O que eu ouvi na aula de mandarim que foi REVOLTANTE. Parece pouco, mas explicarei. Bom, a parte da notícia dos dois milhões de analfabetos nas escolas me deixa puto porque significa que até esse país crescer vai demorar. Pessoa burra só serve prbalhar em franquias de fast-food, e como são semi-analfabetos, sempre erram seu pedido, principalemnte quando você pede "sem picles" e eles não sabem o que é picles, o que é alface, o que tomate, pois só sabem que tudo aquilo lá é "verdura", isso se souberem escrever "verdura". A parte das novas regras me deixa puto porque se você não sabe, aprenda. Tem livrinho de gramática em qualquer banca de jornal por 5 reais e programa de TV do professor Pasquali. Já a terceira parte, não deu pra segurar... explodi... mas explodi suavemente... A professora de mandarim é super legal, brasileira que aprendeu mandarim fazia 4 anos e estava ali de boa vontade ensinando e tal. PORÉMMMM.... na última aula ela começou a falar do mandarim simplificado. História verídica que minha amgia chinesa, de 17 anos, me contou e faz total sentido. Mao Tsé Tung, preocupado com io analfabetismo e essas coisas do país, resolveu implantar a "revolução cultural", que foi quando foram criados os ideogramas simplificados. Ou seja, se você não sabe escrever certo com os 10 traços, faça um "equivalente" de 3 traços e tá tudo lindo. Isso fez com que o analfabetismo caísse de 60% para 4%. Mas até onde eles realmente aprenderam a escrever?? Até onde isso pode ser elvado??? Enfim, Shin (minha amiga) disse que "chinês que é chinês escreve tradicional", ou seja, se você se matou a vida toda estudando os traço por traço, como manda a tradição, você não ker matar metade da sua educação porque os outros não quiseram. Se não tinham dinheiro, beleza. Aprenda o simplificado, ganhe alguma coisa, ESTUDE O TRADICIONAL e continue a vida. Mas não, as pessoas se acomodam. A coisa ficou preta quando ela disse "e vocês sabem por que eles simplificaram os ideogramassss? =D" e eu, pra ser um aluno suuper interesasdo e participativo, respondi "para diminuir o análfabetismo." Silêncio... Caras de bunda... daí, a professora tenta consertar "nãooo, não é sso.. foi pra simplificar, ficar mais fácil mesmo!!!!". Ah, não... antes tentasse falar algo tipo "então usamos o simplificado para aprender, mas depois aprendemos o tradicional quando estamos mais acostumados!!" mas não minta para os alunos. É feio. Depios que deixei a bonita desconsertada, fiquei quieto, mas ela não. Dalí pra frente, ela chamaria eu e as minhas amigas próximas de "aquele grupo ali do fundo, que não pára de conversar!!", mas de raiva, todas as perguntas que ela fazia eu respondia em menos de 1 segundo (perguntas de como dizer algo em chninês) e eu sempre acertava. Quero ver agora quem é o grupo que só conversa. Por essas e outras, meus amigos, que agora escrevo no meu curróculo assim: IDIOMAS: PORTUGUÊS BRASILEIRO TRADICIONAL FLUENTE/NATIVO!! Porque agora eu QUERO ser um qualquer na multidão, já que ultimamente as pessoas que são apontadas ou que saem nos jornais não são as mais inteligentes ou com grandes feitos, e sim as mais burras que fizeram as maiores burradas. A imprensa virou um enorme livro de piadas e eu não quiero ser o "Joãozinho" da próxima. September 15 A idade aumenta, a paciência diminui.Muitas pessoas não gostam de aniversário. Eu até gosto. Cada ano menos, mas ainda gosto. O problema com a idade, no meu caso, ainda não é a preocupação com a velhice, pois ainda não tenho síndromes como "vou morrer solteiro" ou "rugas, dores nas costas e nas pernas", o que me persegue a cada primavera que passa é a falta de paciência. Falando assim nem parece ser o armagedon que esse sentimento é. Algumas vezes eu paro e observo o que pensei de alguma situação, e concluo que talvez eu simplesmente esteja ficando ranzinza. Claro, isso não é algo total e talvez não seja permanente, eu ainda tenho toda a paciência do muuuundo para explicar uma tarefa ou dúvidas de gramática. Mas antes de eu falar por horas e mais horas, vamos dar exemplos que talvez a coisa fique mais clara. 1) Amores e desilusões... dos outros. Esse é o primeiro e talvez o mais grave deles. Amores, mas principalmente desilusões alheias. Quando alguém vem me contar que está apaixonado ( ou apaixonada, leiam do jeito que preferirem, porque não vou por "(a)" do lado de cada um dos termos por questão de preguiça mesmo), que quer sair com a pessoa, aqueles primeiros flertes... acho o máximo. Se ficar um mês demorando pra dizer algo pro grande amor da vida dela, já começa a me deixar nervoso. Claro, não posso deixar de ressaltar que os amigos amiiiiiiiigos mesmo, os que eu tenho na lista de 7 favoritos, podem falar disso e tudo mais o quanto quiserem que não me cansa, mas muitas pessoas que conheço se "auto-listam" nessa lista. Enfim, até aí AINDA é suportável. O duro é quando o cidadão tem uma desilusão... aí, meus queridos, agüenta coração... Já tive a fase de terminar namoro, choramingar pelos cantos, recordar cada vírgula e cada frase e pensar "porquê??!! PORQUÊEEEE??!!!" para ver se achava onde deu errado e alugar ombros amigos para me desidratar de tanto pressionar as glândulas lacrimais e limpar o olho por dentro. Mas naquele tempo eu podia. O duro são os marmanjos e mocinhas de 28, 30 e daí pra frente fazerem a mesma coisa. Uma mocinha de 17, 18 anos fazendo isso é entendível. Uma de 35 é ridículo. Primeiro porque dizem que pessoas de 30 anos ou mais são "maduros", e qualquer pessoa madura sabe que sai um, entra outro. Eu mesmo já to mais ou menos nessa fase. Não tenho paciência com ex, não converso, não fico relembrando coisas que já foram. Guardo bons momentos, lições, etc, e tá ótimo, bola pra frente. Agora tenho um período útil de 48 horas de tristeza e o restante é de volta à caça. Um exemplo disso, releiam meu primeiro post nesse blog. Na época eu estava namorando, fiquei escrevendo todo feliz, feito bobo. Um mês depois disso, o namoro acabou. Vocês acham que eu fiquei meses me interrogando o motivo? Tá, fiquei, mas depois disso, nos namoros subsequentes, não aconteceu mais. Isso porque eu até tive a chance de perguntar o porquê da coisa ter acabado, mas preferi deixar como estava. Como diz um bom e velho amigo meu, "não adianta chutar cachorro morto". Mais uma coisa que me cansa é gente que vê que a coisa não vai funcionar e fica me fazendo perguntas que eu não sei responder e o pior, pedindo soluções para o caso. Daí a pessoa te põe na forca, porque se o conselho que você der não resolver o assunto, você se sente culpado pelo término e praticamente obrigado a ser o ombro que acalentará as lágrimas. Já no caso de algo que já vai acabar, você ouve aqueles "ele está afim de outra!", que daí aumenta para um "ela é linda, loira, de olhos azuis e magra, e tem 20 anos", e vai para o "já brigávamos muito fazia tempo...". Agora me digam, qual dessas coisas a pessoa quer recuperar??? a) o namoro, pois ela amava brigar com eles todos os finais de semana, dar tapinhas de amor e depois limpar o sangue da paixão que saiu de sua boca espalhando-se pelo carpete da sala... b) a loira, pois ela sempre quis ser loira e isso desenvolveu uma síndrome lésbica, querendo o objeto de desejo do seu atual "amado"... c) nenhum dos dois, ela quer mesmo é ganhar a competição com a loira e com o namorado, sendo ELA quem vai arranjar outro e dar o pé. d) nenhum dos dois, ela só quer mesmo continuar coçando a bunda e tendo sexo no final de semana, pois ela não tá no pique de voltar a frequentar balada e barzinho para ver se arranja alguém de novo. Do jeito que tá não tá bom, mas tá pronto e tá fácil. Por motivos óbvios, eu ficaria entre a C e a D. Votem nos comentários. Já a parte das adivinhações vem com perguntas como "ai, ele não aguenta mais a minha cara e falou pra eu esquecer ele pra sempre. Você acha que ele tá com outra?". Aí você faz aquela de cara de "não sei. Talvez sim ou talvez o relacionamento já tenha se desgast..." *interrompe* "mas você acha que se eu aparecer pelada na frente da casa dele dizendo que quero sexo 24 horas por dia 7 dias por semana ele vai querer voltar pra mim?" cara de espanto minha, tentando responder "bom, olha, eu nunca fui pra cama com você então não sei, mas qua.." *interrompe* "então quer dizer que homem não gosta só de sexo? Mas me fala..." - e por aí segue... como se eu fosse o namorado dela, ou como se eu tivesse um oráculo para poder saber o que vai acontecer com ele ou com ela, isso porque eu nem conheci o cidadão, mas se eu fosse ele e ela me enchesse de pergunta igual esta fazendo agora, eu teria excelentes motivos pra mandar ela e o tal "namoro" irem passear no bosque. 2) Tudo é tãããão difícil... Outra coisa que não dá mais pra ouvir é o quanto as coisas são difíceis. A pessoa tem que aprender inglês: "ah, inglês é tão difícil...". A pessoa tem que andar 3 quadras: "ah.. é tão longe..." e por aí vai. As pessoas têm que aprender que nada na vida é fácil, e ainda assim todo mundo se vira e não é reclamando que se resolvem as coisas. Claro que sou a favor da reclamação. Acho que a reclamação serve para sabermos onde está cada erro e corrigirmos, mas não para dar desculpa de algo que temos que fazer. Um exemplo disso são as áreas para cadeira de rodas em ônibus, metrô e etc. Eles ficam reclamando que não têm o corpo perfeitinho e exigem serem transportados de lá pra cá no colo? Não. Eles pegam elevador, sobem rampas e se viram, mas chegam lá. Outro puta exemplo que eu vi foi uma novelinha japa. A menina desenvolve uma doença rara que degenera o cerebelo e ela vai perdendo os movimentos, a fala, tudo, mas ainda fica consciente, ou seja, ela não pode fazer nada a não ser esperar a morte, anda de cadeira de rodas e tudo, mas ela entende tudo à sua volta perfeitamente e isso a faz sentir uma retardada por não poder fazer o que ela podia antes. Ainda assim, ela andou enquanto pôde, jogou basquete, escreveu um diário, leu livros. Em momento algum ela falou "ai... ir até a esquina a pé é tão difícil..." isso porque ela pegou a doença com 15 anos e teve que abandonar a escola que ela tanto se esforçou pra entrar. E nós, lindos, maravilhosos e andantes, não temos direito nenhum de reclamar que é difícil. Você ainda tem 2 braços, 2 pernas, 2 olhos que lêem 1 boca que fala? Então você pode. Pare de ser vagabundo e vá atrás das coisas. Seja trabalho, estudo ou namoro. Reclamar no meu ouvido só é para quem quer ouvir a verdade ou ter uma ajudinha, não espere que nem eu nem outro amigo venham fingir que vão "ajudar" e "resolver" sua situação. Ninguém é melhor que ninguém, todo mundo é ansioso e inseguro, alguns demonstram mais que outros; e todo mundo é louco, a diferença é o grau. 3) Cabeça dura, arrogância e síndrome do "eu sei de tudo". Mais um item composto. Vamos por partes. Pessoas que têm cabeça dura me irritam. Elas não querem ouvir e eu já sei que vai dar errado, tento explicar o porque, e mesmo que a pessoa não queira aceitar, existem diversas maneiras de dizer isso sem ser xarope e a maioria não consegue. É difícil explicar, mas dá pra saber quando a pessoa TEM que passar por aquilo e quanto ela pode ouvir as outras. Em relacionamentos, cada pessoa tem que passar pelos bons e maus momentos. Já se a pessoa quer pular do 8º andar do prédio, virar 5 mortais e cair na fonte para ver se entra no cirque du soleil, você avisa que não dá certo, dá conselhos de onde ela pode fazer isso com segurança, mas não adianta. É daí que vem a frase "dar com a cabeça na parede" ou "dar com os burros n'água". No caso específico do exemplo, seria "dar com a cabeça n'água", ou no concreto da fonte. Já com a arrogância, que seria aquela pessoa que acha que está certa e ponto final, o caso é parecido, mas é pior. Além de não aceitar o conselho, ela ainda dá uma de gostosa e tira você. Antigamente eu só achava isso ridículo. Atualmente eu sou capaz de voar no pescoço da criatura. A arrogância é parecida com a síndrome do "eu sei de tudo", a diferença é que a "eu sei de tudo" não é tão chata, mas tem a mania de completar tudo o que você fala. Você se sente num quiz onde cada pergunta deve valer uns 999.999,999 de dólares, porque não passa UMA frase sem o cidadão completar, e as vezes ainda completa errado, isso sem falar quando ainda quer dar respaldo científico pra resposta. Exemplo, você vai falar que 1+1 é *o outro ja responde* "DOIS!!! DOIS!!!". Não contente, às vezes reponde que é 3, e fica falando "mas eu li numa revista científica que dependendo da massa e da pressão atmosférica naquele determinado ponto onde você pegou essa laranja, essas duas que você pegou podem ter o peso de três laranjas". Não interessa, eu to falando que peguei UMA depois peguei mais UMA, então são duas, e eu não estou no topo do Everest nem na lua para isso ter um valor diferente. Fora isso, minha tolerância a pessoas falsas, mentirosas e principalmente folgadas que passam perna nas outras aumenta a cada ano, e só não explicarei o caso ou exemplo de cada uma agora senão o posto vai triplicar de tamanho. Se eu fosse presidente, eu mandava prender e dava pena de serviço social por 90 anos, limpando rua, ajudando pessoas sem renda, reformando a cidade de São Paulo inteira trabalhando como pedreiro. Quem sabe a pessoa aprende. Ás vezes eu penso que devo virar psicólogo. As pessoas me vêem e mesmo sem me conhecer, talvez pelo meu visual "fala que eu te escuto", começam a conversar comigo e contar a vida toda, esperando conselhos. Uma vez peguei um ônibus da minha cidade natal até a metrópole, e veja bem, são 5 horas de viagem, e nisso uma senhora sentou do meu lado. Começou a puxar conversa e tal, não deu 5 minutos, começou a dizer que o marido havia traído ela (detalhe, ela tinha uns 45 anos) com uma de vinte, magra e aquelas qualidades todas. Não contente, começou a chorar falando que estava indo pra São Paulo nos forrós da vida para ver se esquecia o cara. Até aí, ponto pra ela, ela está fazendo algo, o fogo é que ela me conhecia a dois minutos e eu não queria dar um tom de novela mexicana pra minha viagem, e de graça ainda por cima. Como se não fosse o bastante, me perguntou onde ficavam os forrós e lugares que ela deveria ir, e eu não soube responder porque ainda não tenho 45 e nem fui traído no casamento. É difícil as pessoas se abrirem umas com as outras, não sei porque que pra mim a coisa parece que fica mais fácil... Na verdade, eu não poderia ser psicólogo, pois eu pegaria o caderno capa dura de anotações na mão e desceria o cacete no paciente para ver se ele toma jeito. Ainda sou adepto da antiga educação, muita gente precisa apanhar pra deixar de ser fresca, e isso é fato. Mas para encerrar pelo menos por hoje, gostaria de deixar algumas idéias. A idade não tem tanto peso assim. Não importa se você tem 35. Você já terminou antes e sabe que não se arranja um substituto em uma semana, então pare de chorar e vá atrás de outra pessoa. Segundo, pare de querer manter o que não está dando certo. Se não está dando certo agora, depois só vai piorar. Parem de ficar me perguntando o que fazer e arrisquem. Não tem essa de passar a idade de arriscar, você só não tem idade pra tentar de novo quando a idade chegar num ponto que você precise andar de andador ou cadeira de rodas, cheio de doenças como artrite, artrose, osteoporose e tal. Essa é a época quando você deve tentar médicos, remédios e fisioterapia. Aceitem opiniões mas discutam elas. E principalmente: A P R E N D A M. Cometer o mesmo erro duas vezes é burrice, e eu não aguento mais ver gente fazendo a mesma cagada duas vezes e vindo reclamar do que aconteceu. TENTEM MAIS ARRISQUEM MAIS LIGUEM MAIS VEZES PARA AQUELE NÚMERO QUE VOCÊS TANTO OLHAM NA AGENDA DO CELULAR QUEBREM MAIS A CARA RIAM MAIS PERGUNTEM MAIS DÊEM MAIS FORA PERMITAM MAIS RESOLVAM MAIS PROBLEMAS SEJAM MENOS FRESCOS PEÇAM MAIS DESCULPAS PAREM DE APAGAR ORKUT E CONTROLEM SEUS IMPULSOS PROCUREM MAIS MÉDICOS OU PSICÓLOGOS FAÇAM MAIS ARTE NA COZINHA E NÃO LIGUE PRA SUJEIRA FEITA QUEBREM MAIS OVOS NA CABEÇA DO AMIGO SEM RECLAMAR DO CHEIRO QUE FICA LEIAM MAIS O MEU BLOG COMENTEM MAIS SEJAM FELIZES!! AEEEE! Porque afinal, o post tem que acabar feliz, né? Tudibão pra vocês, leitores!! E comentem!!! RUMO AO NOBEL DA LITERATURA DIGITAL! July 18 Estagiário não. SENHOR ESTAGIÁRIO pra você! Estava eu na minha vida estilo "protagonista da novela das 8", onde todo dia alguém me ligava para marcar entrevistas (de estágio) e eu acabava indo nas que realmente me interessavam. Nisso uma empresa me ligou e eu fui para concorrer a uma super vaga de tradutor. Disseram q entraraim em contato após o feriado., mas passou-se o feriado, passou-se o pós feriado, passou tudo que tinha que passar e nada. Alguns dias depois, ligaram novamente, da mesma empresa. Perguntaram se eu já tinha ido fazer uma entrevista, e eu já tinha, dai me chamaram para uma segunda. Achei que eu estava na lsita de "repescagem", msa enfim, fui denovo. Chegando lá, começando a entrevista, Fábio (entrevistador) me diz que a vaga é na área de REDAÇÃO E CRIAÇÃO. COMO NINGUÉM ME AVISA QUE É DA ÁREA DE REDAÇÃO E CRIAÇÃO, MEU SONHO TOTAL DE CONSUMO?? Enfim, depois disso me disseram que a notificação seria dada até o final do dia. Dito e feito, 9 horas da noite ligaram... e marcaram uma terceira entrevista... mas desta vez, COM O CHEFÃO!! A terceira entrevista foi a mais curta da minha vida. Foi basicamente o seguinte: "oi! você quer trablahar em que área?" e eu: "criação e redação". Aí ele chamou o cara do RH e eu estava contratado. Aliás, esse é um dos motivos pelos quais eu gosto do big big big boss (big big big boss = dono da empresa = Senhor Pietro), ele é: Direto Rápido Fácil Como todo chefe deve ser. Parece até propaganda de banco ou de miojo. O importante é que eu estava lá!! Sentado no PC de um cara que saiu da empresa havia pouco tempo e que diziam ser um pé no saco! No PC que demora cerca de 10 minutos pra iniciar!! Na máquina que prova que a era do 486 já se foi, porque ela é uma dessas!! SIM!!! Eu era um REDATOR ITMICO!!!! (ITMico í-tê-êmico = proletário contratado pela ITM, segndo o dicionário Fernandélio). As primeiras semana sforam maravilhosas!! Eu não andava muito peo local ams me caiam trabalhos simples, isso porque os outros trabalhos já eram de campanhas que estavams endo finalizadas e não valia a pena ler 827364928734652983746 páginas de briefing pra fazer UM texto, então, chefinho (que na verdade não é chefe, é o redator mais experiente e ancião do local - tadiiiiiiiiinho! - que trabalha lá há 2 anos) me dizia pra fazer campanhas mais simples e isso basicamente reduzia meu trabalhoa um ou dois textos por dia! WAHAHAHAHA! Mas como tudo que é bom dura pouco, logo começaram a vir mais trabalhos. Não que isso seja ruim, mas diminui o tempo que eu usaria para fazer RP (relações públicas) com os outros ITMicos. Enfim, minha vida proletária começava de verdade... ou melhor, minha vida estagiária, porque a proletária já começou ano passado. XD Bom, agora chega de post senão vocês ficam mal acostumados. Depois eu vou escrevendo o que acontece no dia a dia já que não pretendo fazer mais posts-bíblia e nem pretendo desITMzar tão cedo! XD abraços aos meus seguidores, fãs e eleitores do meu trabalho para o Grammy do Blog e o Nobel, claaaro! April 29 Entrevistas e entrevistas. Nessa sexta feira fui acordado pelo telefone. Na verdade não foi
exatamente pelo telefone, mas pela minha irmã me passando o telefone.
Aí eu, saindo da minha tradicional ciesta, acordei, peguei o aparelho
que transforma a voz da pessoa em corrente elétrica por um codificador,
manda essa corrente por fio até em casa e por fim decodifica a corrente
e retransforma em voz para eu ouvir aqui da minha cama, e disse:
"ahmmm... alô?" e a moça "Fernando?" e eu "sou eu", e daí por diante... Era do Nube, Núcleo Brasileiro de Estágios, me chamando para uma entrevista. Incrível como as pessoas realmente querem que eu trabalhe pra elas, porque era de um e-mail de oportunidade de estágio que eu tinha ignorado horas antes, em uma editora. Enfim, marcamos a entervista para segunda-feira, que foi ontem, as 17:30 da tarde. Como eu varei noites fazend trabalhos da facul e estudando pra prova de segunda, já que o final de semana anterior não rendeu (porque eu estava convalescendo, e não gandaiando, tá, seus pervos?! XD) esse sábado e domingo foram o inferno na terra. Enfimmm, fiz a prova na seunda de manhã e cochilei até umas 3:30 quando cheguei em casa. Tomei banho, chequei o endereço e fui procurar no mapa onde ficava o local da entrevista. Eis o primeiro choque... OK, não foi taaaanto choque assim, sempre me chamam pra trabalhar nas divisas da cidade mesmo, mas eu tinha que descer até o metro saúde e andar horrores (pelo mapa). Como eu ja estava em cima da hora, preferi pegar um taxi. Pra quê... Nem o taxista sabia o endereço!!!!! +_+ Mas deram umas direções pra ele depois de procurar num livrinho e 23 reais depois, cheguei ao local. Por fora, uma casa comum, por dentro, uma casa comum reformada mas bem bonitinho, colorido. Cheguei e minutos depois uma moça me leva para uma salao nde aconteceria a tal entrevista. Chegaram, me disseram geral do rtabalho, e esse foi um segundo mini-choque. Não tinha nada de muiiiito editorial. E teria que fazer mini anúncios para uma revista de música. Sabe aquelas propagandas de "SHOW DO GIAN E GIOVANNI!!"? Então, coisas do tipo. MASSSSS, serviria como um primeiro estágio na parte de design. Prosseguindo a entrevista, mostrei alguns dos meus trabalhos pra elas (que sem querer me achar, acabaaaaaaaavam com a moral delas nos anunciozinhos), e detalhe, eu fui o único a levar um potifólio. Daí me disseram que tinha uma mini provinha pra fazer. Até aí, beleza... Me deram um postalzinho e pediram pra fazer um anunciozinho dakilo. Normal. Abri o photoshop, colokei as dimensões e comecei todo feliz, até elas cortarem de vez minhas pernas no 3º grande choque... "A gente faz os anúncios todos em Corel..." denovo: mais uma vez pra frizar: Deu vontade de dizer: "repete?"
Não acreditei... juro... Para os leigos, Corel é um programa de VETORIZAÇÃO, ou seja, desenhar, fazer a coisas acontecer tipo massinha de modelar mesmo, e depois TRANSFORMAR ISSO EM FOTO E PASSAR PRA PHOTOSHOP. Esse é o ciclo de vida do Corel. A foto foooooooooooooooooto mesmo, se trabalha em photoshop. Por quê? Porque nele podemos cortar, redimensionar sem acabar com a imagem, aplicar transparência, modificar tamanho de td quanto é jeito, etc, etc e etc. Basicamente, TUDO. E ela quer em Corel??? Corel trata imagem como um bloco. Não dá pra mudar a cor de uma parte da imagem no corel, ele pintaria o "bloco" inteiro de vermelho, e não aquele detalhe que você quer. Porque ele nã abre a foto como foooto, ma sim como objeto. é um chaveirinho em cima da folha de papel, intacto. O que você pode fazer é rancar pedaçõs, aumentar e diminuir, só. E pra que que eles têm photoshop? "pra pegar alguma coisa do scanner". Eu quis morrer... Não contentes, me deram 15 minutos pra
fazer isso. Sem dizer que eu cheguei 5:10 na entrevista que era pra ser
5:30, e ainda asism me deram só 15 minutos. Dane-se. Estou eu fazendo a
bagaça e de repente uma delas chega e fala "agora só escreve o texto,
deixa assim e imprimi". E eu falei "oi?". Ela disse que já tnha mais
uma candidata esperando lá fora e eu tinah que terminar logo. Eu tava
na metade daquela joça. Não dá pra recortar direito, nao da pra fazer
nada que preste com foto FOTO mesmo em corel com somente 15 minutos.
Denovo, dane-se. Escrevi, imprimi e sai, puto. A parte boa foi que na
saída escutei ela conversando com a próxima felizarda para o teste:
"você trouxe um portifólio" e ela "aiii, não trouxe... sabe o que que
é, é que meu pc quebrou..." aham, sei. Ponto pra mim.
Bom, saí da suuuuuuuuuper editora híper profissional e perguntei onde eu pegava onibus pra voltar para o lar doce lar. Já no meio do caminho, o celular tocoou, tocooou, eu atendi. Aí eu "alô?", e ela "Fernando?", já pensei "é hoje..." XD Mais uma cidadã havia encontrado meu currículo e me chamava pra entrevista, mas antes ela queria ver o curriculo completo e me passou um e-mail para enviar. Anotei e continuei meu caminho. Virei a direita, desci, desci, desci, desciii até parar em um lugar remoto, peguei o primeiro ônibus que estava escrito que parava em metrô e fui com fé. Em é, lotado, mas com fé. Cheguei no shopping Santa Cruz e voltei pra casa. Cheguei e dormi também. E nem abri o corel e casa, só de raiva. XD Bommm, agora é ver o que dá. Será que alguém conseguiu ir pior que eu ou sair mais frustrado? Só o futuro dirá! XD Bença à todos os leitores e devotos de que eu ganharei o Nobel! XD January 29 Final de ano, final de projeto, final do estresse. PARTE IIContinuando a saga, apos os "pequenos" problemas ocorridos com o grupo decidimos dividir em 2 sub grupos, ou seja, o trabalho que era pra ser feito por 5 ou 6 seria feito por tres, porque eles teriam que ir atras do cliente deles, que era a avo de uma das integrantes, e nos teriamos que achar outro cliente e comecar do ZERO. Mas enfim, vamos a luta!!
Eu e minha amiga+amorzinho+unha e carne+confidente+etc Bruna fomos a luta!! colocamos roupas decentes e saimos batendo de portinha em portinha e ligando pra Deus e o mundo. Comecamos por algo bem peculiar... "Casa das Calcinhas"... Enfim, pegamos telefones de gerentes e tal. Algumas lojas eram escrotas, as pessoas nem deixavam a gente termianr de falar e falavam "NAO". Ela nem sabe o que a gente quer e ja ta falando NAO?? E se eu quisesse dizer "oi! Sou um aluno da Universidade Anhembi Morumbi e resolvi te dar um milhao de dolares!" ??? Hein??? E ai??? Nao quer?? Entao beleza. Enfim, nossa ultiam tentativa, seguindo os instintos de Bruna, foi Charles' Dog, uma casa de hot dogs muito famosa em Sao Paulo onde poderiamos fazer bastante coisa ja que fazia tempo que nao atualizavam cardapios nem nada. Chegamos la e fomos falar com o tal do Charles.
Por incrivel que pareca, quando encontramos o Charles, seu nome nao era exatamente Charles... era Raimundo... quase a mesma coisa. afinal de contas todo Raimundo acaba ficando com o apelido de Charles, qualquer um sabe disso... Ou quase... Enfim, o fato eh que ele tinha vindo de Brasilia, abriu um carrinho de cachorro quente, foi crescendo, melhorando, e hoje, mais ou menos 10 anos depois, tem a melhro casa de dogs de Sao Paulo. Esse eh dos meussss!!!! Ele foi super legal, deixou a gente trabalhar com a empresa dele (com o projeto, e nao fazendo cachorros quentes, seus bobos), deu super apoio, etc e tal. Esse sim sabe o que eh crescer!! Vamos transformar a empresa dele num McDonalds brasileiro! Enfim, contratos assinados e voltamos ao conforto do lar.
Resumindo MUITO, durante os proximos meses nossas vidas seriam rodiadas pela desculpa totalmente verdadeira de "nao posso, preciso terminar uma coisa do projeto", "nao da, o projeto ta atrasado e preciso levar isso pra orientacao nesas terca" entre outros termos. O outro grupo que sobrou da divisao celular do grupo simplesmente desistiu do projeto e resolveu fazer prova escrita. Nos continuamos pelo caminho dos espinhos porque esse projeto eh exatamente o que faremos quando nos formar, entao ja queremos ter um gostinho das dificuldades futuras antes de eu comprar as empresas que eu pretendo comprar, e demitir todo mundo. WAHAHAHA! (que maldade...)
Depois disso, a pior fase do projeto foi quando uma das integrantes (nao a Bruna, a outra) comecoua ter um caso com um cara do trabalho dela. Ate ai, tudo bem, alegria, saidas aos finais de semana, bla bla bla... o problema foi quando o cara comecou a enrolar ela. Simplificando, ele estav ficanod com ela ja fazia uns 3 meses e nada de "pedidos de namoro", e ela estava um tanto ansiosa quanto a isso... ou seja, toda vez que iamos fazer algo do trabalho, como por exemplo varar noites, eu e a Nani (vulgo Bruna) varavamos a noite fazendo e conversando no MSN, iamos tomar cafe da manha na faculdade e paquerar corpos que apssavam por ali, rundo feito bobos pela falta de sono, e a outra integrante diria "afffffe, nao dormi a noite inteira!!!" e a gente"por causa do trabalho??" e ela "nao, porque fiquei pensando nele a noite inteira...". Nao da, Brasil, realmente nao da...
O projeto entao foi finalizado por 2,1 pessoas, porque a terceira integrante se preocupava mais com o que o cidadao fazia do que com o andamento da nossa futura fonte de renda. Enfim, o projeto deu tudo certo e fizemos o melhor projeto da sala!!! EEEE!!! XD super resumi a historia porque essa nao eh a parte que eu quero falar, eu quero falar da viagemmmm!!! =D
Proximo post eh sobre a viagem ja, porque nem to com paciencia de continuar escrevendo do projeto. Apesar de ter detalhes legais e coisas engracadas a dizer, preciso chegar a fatos mais recentes antes que eu tenha um momento Alzheimer. XD
Saludos aos leitores. January 16 Final de ano, final de projeto, final do estresse. PARTE IPois eh. Tempo sem postar, mas tentarei escrever sobre todo esse tempo passado sem dar noticias. Entao, comecemos do comeco.
No ultimo semestre do ano passado tinhamos uma grande tarefa a realizar. Algo grandioso, que nos faria chegar em casa e falar, com o peito cheio de orgulho:"NAO AGUENTO MAIS!!!". Em suma o projeto interdisciplinar da faculdade era simples em teoria: escolher um cliente (empresa) nao muito grande; trabalhar a comunicacao interna e a relacao empresa-funcionario; trabalhar logomarca, papelaria, comunicacao externa em geral, mas somente a comunicacao da empresa, nao promocoes nem propagandas sobre nada que eles comercializem, o objetivo eh dar uma nova cara para o neogcio, uma renovacao de imagem. Para quem gosta de publicidade, esse trabalho eh suuuuper legal, ainda mais quando existe um diploma como recompensa.
OK. Grupo de 6 pessoas formado, empresa escolhida, animo a mil. O que poderia dar errado???!!!
Portanto, lembrem-se: sempre que eu disser "o que poderia dar errado???!!!" me chicoteiem.
O grupo era muito legal e tal. O primeiro problema eh entender que pessoa legal nao eh necessariamente pessia esforcada ou muito menos eficaz. O Lula foi eleito porque ele deve ser realmente super legal, e porque ele dava broches em formato de estrelinha vermelha pras pessoas colocarem nas roupas e isso as fazia sentir como as "South America's next top model", e isso deve ser bem legal mesmo, mas na pratica o homem eh apenas um pobre, bebado que deixou o sucesso subir a cabeca e saiu por ai comprando jatinhos porque nao queria passar vergonha quando tivesse que passar pela alfandega de voos normais. Pronto, falei. Mas nao foi por maldade, juro.
Resumindo, dividimos tarefas e fomos atras de resultados. Claro, como o projeto eh INTERDISCIPLINAR, do grego, INTER significa varias partes diferenciadas porem com um ponto em comum, e do latim DISCIPLINAR que significa "trabalho de escola ou outro local estudantil que vai te dar dor de cabeca e vontade de matar algum animal", porque aquilo nao pode ser chamado de ser humano. No minimo a mae jogou a crianca fora e criou a placenta, porque realmente nao eh possivel.
O primeiro super desafio dedicado aos grupos do super hiper max mega plus projeto interdisciplinar turbo foi da disciplina sobre inteligencia competitiva. O que era esperado de nos: conseguir, de alguma maneira, dois contatos com profissionais da area de inteligencia competitiva e fazer uma entrevista simples com 10 perguntas com eles, sobre a profissao e como ela eh aceita no mercado de trabalho, sua impolrtancia no mercado tao competitivo e bla bla bla.
Como na epoca eu ja era escravizado (vide post anterior), perguntei ao sinhozinho como poderia conseguir a entrevista com o senhor do engenho. Me passaram um e-mail do cara que seria o responsavel pelo bagacinho da seguranca la e eu mandei um e-mail todo pomposo pedindo educadamente um pouco do orvalho da chuva da agua evaporada do mar de conhecimento que o cidadao possuia. Bom, claro, como o caso era SEGURANCA DA INFORMACAO, ele se fez de desentendido e falou que o assunto nao era com ele, que ele nem sabia do que se tratava. Tipo um momento Alzheimer, sabe?
Enfim, antes de receber a resposta negligente do senhor da seguranca Alcatelina, tivemos uma aula onde a professora reuniu o grupo e perguntou como estavamos indo. Ai que eu comecei a perceber que as coisas nao seriam como eu esperava...
A professora perguntou o que cada um tinha feito para conseguir a tal entrevista com um dos capitoes dos navios do mar do conhecimento. Eu disse que havia enviado a tal carta pelo correio eletronico mundial para o carinha la, e dai os outros foram falando o que tinham feito, e nesse momento, meus senhores, eu so queira poder cavar um buraco no chao, enfiar a cabeca la e so sair dali depois de uns 10 anos... Fora as tentativas de alguns em dizer "eu mandei um e-mail pra coca-cola e estou esperando resposta...", como se a Coca-cola fosse ligar para a sua matriz em Atlanta e dizer "Genteeeeeeeeeeee!!! Voces nao vao acreditar!!!! Um(a) suuuuuuuper aluno(a) da suuuuuuuuper universidade Anhembi Morumbi me suuuuuuuuuper mandou um e-mail hoje querendo falar com o suuuuuuuuuper responsavel pela suuuuuuuuuuper seguranca da informacao da nossa suuuuuuuuuuuper empresaaaaa!!! Vamos dar o telefone do cara pra ele (a) e suuuuuuuuuuper marcar um jantar, e de lambuja ja dar a suuuuuuuuper formula secreta da suuuuuuuuuuper Coca-cola??? A gente tem que fazer mais amizades nos paises de terceiro mundo, ne, gentiiiii!!! Ficar mais perto dos suuuper consumidores e tal!!!!". Eh muito para a compreensao do homo-sapiens. Muito. Alem de outras desculpinhas (claro que teve gente, no caso, duas, que realmente mandaram e-mails pra onde trabalhavam e tal) a que ganhou o premio Nobel na categoria "nao fiz a licao de casa e falei que o meu ponei de estimacao comeu meu caderno" foi um integrante que disse "eu pesquisei no Google "EMPRESAS COM SETOR DE INTELIGENCIA COMPETITIVA" e deu uma no resultado. Peguei o endereco de e-mail e mandei uma mensagem dizendo "os senhores poderiam por favor me responder essa pesquisa?" e anexei o arquivo com as 10 perguntas
Um minuto de silencio...
Sim... eu tive que ouvir isso... e eh claaaro que a professora esculhambou todo o grupo por causa das taticas um tanto... nao ousadas... dos integrantes...
Depois da humilhacao e de tentar reerguer a cabeca, o jeito era dar bronca geral no grupo e continuar a procura dos profissionais. Uma das integrantes conseguiu uma resposta de um professor da area, que se nao me engano ja havia atuado mas agora so da aulas em universidades. Ele respondeu a pesuisa. Mas e a segunda pesquisa para montar o relatorio final e a apresentacao?
O jeito foi improvisar... Como a professora ja havia explicado 920384752093845620934675298347528937465029384752934875 vezes o que um profissional da area de intelgiencia competitiva tinha que fazer, e colocou na web 98275436390284765239084673259048673485906 textos sobre o assunto e eu li todos, eu resolvi virar um profissional nessa area, tao competente que eu poderia abrir uma franquia de lanches e granhar a concorrencia com o Mc Donalds e Burger King JUNTOS, porque eu era O profissional, entende? Me chamavam de Dr Expert na minha empresa imaginaria, que eu era dono, logico, sem dizer que eu ja teria comprado a Microsoft e a Sony numa hora dessas. Ai, eu me apoderei do nome do cara que teve a sindrome de Alzheimer momentaneamente na Alcatel e respondi a pesquisa como se eu fosse ele, escrevendo tudo o que a professora queria ler numa entervista dessas. Montamos a apresentacao, e seja o que DEUS QUISER!!!
Durante a apresentacao, algumas pessoas simplesmente decoraram os slides, outras falaram pouco e errado (uma bonita falou que espionagem nao era ilegal. CLAAARO. Por onde ela andou durante as aulas, senhor misericordioso??) entre outras pequenas falhas. Eu fui la na frente e falei como se eu estivesse falando com os profissionais subordinados da minha super empresa de inteligencia, e na semana seguinte, veio a nota com comentarios da professora...
Tiramos 9. Nosso grupo foi um dos melhores da sala, eu falo muito bem em publico (na verdade, nao EU de EU mesmo, mas EU como dono de uma empresa multinacional de inteligencia que havia acabado de comprar a Toshiba e a Nissan tambem) e que as nossas entrevistas, principalmente a segunda (minha) foi uma das melhores entrevistas que ela ja tinha lido sobre o assunto na vida dela. Claro que ela comentou os "errinhos" dos outros integrantes do grupo, mas enfim, em geral fomos bem.
Enfim, isso foi uma previa do que ainda enfrentariamos no nosso super "PROJETO INTERDISCIPLINAR!" que enfrentariamos nos proximos meses. E como aconteceu muita coisa durante o percurso, nao quero escrever tudo num post so senao a tendinite vem me visitar e nao vai mais embora. Enfim, o jeito eh esperar pelos proximos posts e comentar, que de repente eh legal! XD
Saudacoes e ateh breve.
atenciosamente,
comite do Nobel do texto eletronico. September 26 Minha vida de Isaura! XDHmmm... simmmm... título sugestivo... XD (e o post é grande, e não reclamem! faz tempo que não publico nada) Como diz o título, eu ingressei na vida laboral ja faz um tempinho... um mês mais ou menos. Claro, como sou uma pessoa simples e calma, meu primeiro emprego foi numa pequena empresa, uma multinacional dessas que eu pretendo comprar daqui a uns anos pra poder viver na boa vida. Mas aí vem a pergunta: "mas Fernando, vem cá, mininu! Como você conseguiu um emprego desses??" e eu respondo "Ah, Jô (eu no programa do Jô, porque serei famoso e serei chamado para várias entrevistas lá, isso sem dizer que em TODAS no final a platéia vai dizer "ahhhhhhh..." quando ele disser que a entrevista acabou) eu tinha um amigo que trabalhava lá na empresa... como chama mesmo... é... Alcatel - Lucent, uma dessas qualquer que vendem torres pra celulares, placas, etc, sabe? Então, aí queriam contratar uma pessoa que soubesse falar pelo menos inglês e espanhol para atender clientes desses bobinhos também, tipo Vodafone espanha, Telefonica, Movistar Vezenzuela, etc. Como eu estava em casa sem fazer nada, pensei com meus botões: "uia!!! Acho que vou trabalhar la!". Aí me aprontei e fui para minha primeira entrevista de emprego e depois de provinhas no papel e tudo mais, passei. Simples assim. Claro, isso foi antes de eu comprar a Microsoft e Macintosh, por isso comecei a trabalhar lá." Então, cheguei lá pra trabalhar, e o esquema é o seguinte, brow, nessa ordem: 1 - o telefone tooooooca.... toooooca... (nussss... de saber que pode ser um dos clientes chatos, quando o telefone toca dá um geeeelo de nervoso ) 2 - eu atendo levantando ele do gancho e vendo qual é o país que esta ligando, aparece no visorzinho. 3 - aí eu falo, na língua do bonito, a seguinte frase: "Alcatel-Lucent, Fernando, boa tarde!" 4 - o cliente fala "boa tarde" e começa a dizer a responder todas as perguntas que eu faço. 5 - quando eles vão abrir uma ocorrência, de alguma torre com problema ou alguma placa ou programa com erro, as perguntas que eles têm que responder são mais ou menos essas: "Para que empresa?"; "com quem falo?" (o nome do engenheiro ou cliente tem que estar registrado no sistema); "onde está localizado o equipamento?"; "qual é a prioridade do problema?"; "com quantos paus de faz uma canoa?" entre outras. 6 - aí eu falo "um momento, por favoooor..." ai salvo isso, que gera um número de ocorrência que passo pro cliente. 7 - entro nas instruções do caso (cada empresa e cada produto tem um grupo de engenheiros, cada prioridade tem uma instrução, por exemplo as menores, 4 - baixa - e 3 - média - muitas vezes mandam a gente mandar uma mensagem no pager do engenheiro e ele entrará em contato com o cliente; já as maiores que são 1 e 2 pedem pra que liguemos pra um dos engenheiros de plantão para fazer uma conferência com o cliente e solucionar o problema do bonito NAQUELE MOMENTO AGORA JÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ, entende? 8 - sigo as instruções e digo que é hora de dar tchau, aí desligo. Fora isso as vezes tem uns que ligam que estão com o contrato expirado e dai eu preciso localizar o gerente responsável e pedir autorização para abrir o reporte em "management override", que seria algo como verificação de contrato, que será renovado mas alguém está demorando revisando o contrato ou fazendo algo pra cagüetar a nossa vida. Muitas vezes na hora de dizerem qual é o produto, eles tem que soletrar o que é porque são nomes muitos esquisitos como "juniper" ou "NavisXtend Statistics Server", saca? E as vezes a gente que tem que soletrar alguma informação pra eles. Nessa hora eu me esbaldo, falo só palavras difíceis, por exemplo, em Juniper, eu diria "J de Juscelino Kubitschek, U de Urubupungá, N de Neo surrealimso clássico, I de Impeachment, P de papibaquígrafo, E de emissor de ondas curtas e R de "Rio 40º, cidade maravilha de beleza e do caossssss". Brincadeira, se eu fizer isso eu levo uma coça. XDDDDDDD Bom, quanto ao local de trabalho, o pessoal aqui é superrrrr!! Depois preciso psotar uma entrada de blog só sobre eles. Ahh, aqui também tem máquina de cafééééé!!! Que mais? ahmmm... acho que por enquanto mais nada. Ainda tem mais coisas pra falar hoje.
Enquanto isso, no lustre da faculdade... (andei assistindo maratona do castelo Ra-Tim-Bum) Estamos fazendo o TCC de segundo ano, também conhecido por "projeto interdisciplinar" ou simplesmente "inter" para os íntimos. Começamos a fazer projeto com uma malharia e um grupo de 6 integrantes, onde uma das integrantes era a neta da dona, o que facilitaria muito a nossa vida. Massss... como nem tudo é perfeito... começaram a aparecer as pedras no meio do caminho... dos 6 integrantes, só 3 rendiam (antes que vocês se perguntem, eu estava no meio dos 3 que rendiam, tá?? TÁ????), os outros a gente tinha que pegar no pé demais pra render alguma coisa, isso sem dizer que um dos integrantes simplesmente PERDEU folhas!! PERDEU A ENTREVISTA FEITA COM A DONA DA EMPRESAA... bom... depois de alguns estressezinhos básicos, decidimos separar o grupo em dois grupos de 3 pessoas... o que nos proporcionou mais trabalho já que eles, junto com a parente da dona da outra empresa, ficaram com o que já havia sido feito pro trabalho com a malharia. Corremos da zona sul à zona norte de São Paulo A PÉ pra conseguir outro cliente! (tá, exagerei, mas eu posso porque foi fo$%¨&#& mesmo!! XD) aí acertamos com outro cliente (porque tem que ser com um cliente REAL) e recomeçamos do 0. ZERO. Um momento marcante foi um e-mail que mandei pra turma, já que um dia antes da aula de atendimento vinham correndo falar comigo perguntando o que tinha que fazer pro dia seguinte, como, quando e onde... é ou não é pra chorar? é ou não é pra... diz você!! XD Então, como no meu sreviço não posso ficar atendendo celular e tal, mandei o e-mail abaixo pra eles (estou colando o e-mail exatamente como mandei). Só adianto algumas explicações antes: 1 - A piadinha da regatinha é que estavamos zuando com aquelas camisetas "regatinha machão", que são regatas com touca que os malhadinhos usam. Um dia fui comprar roupa e queriam que eu experimentasse aquilo. Eu ia parecer um palito branquelo cmo uma regatinha larga. 2 - Os cheques de 120 reais é que eu e a minha irmã fizemos compras na handbook e gastamos mais de 500 reais,´e os bonitos queriam que a gente pagasse com várias folhas de cheque porque não podiam receber uma folha com valor muito alto. ABSURDO isso. Você querer pagar à vista e não pdoer. Não queria passar o cartão de débito e eles querendo escolher a MINHA forma de pagamento. Aí eu ficava zuando an sala falando que ia comprar coisas e pagar com cheques de 120 reais. Isso porque só a calça da handbook já é 100 conto!! agora, ao e-mail, que eu REALMENTE mandei:
Meus horários e contatos. Gente, qqer coisa q precisem falar comigo, estou mandando aki os horarios meus de trabalho e numeros. PS: olha a assinatura que eu configurei pro meu e-maaaaaaaaaaaaaaaail!!! Fernando XXXXXXXX de XXXXX Garcia (nao vou por meu nome inetiro aki!! XD) COMENTE E GANHE UM BEIJINHO NA PONTINHA DO NARIZ! XDDDDD AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!! Ganhei um prêmio de redaçããããão!!!! Um de verdadeee!!!! Mas isto é pra outro post também, numa outra hora que eu não tiver nada pra fazer denovo enquanto não cai ligação nenhuma aqui! =D pelo menos e-mail a gente pode ver!! Eeeee!!!!! XDDDDDD August 19 Trava (seis) línguas: a coleção!Ola, gente! Olá, computador! Olá, sala! Olá, mesa de computador! Olá, natureza!!! Olá... ah, chega! XD
Muito tempo sem postar... preciso evitar isso no futuro...
Bom pessoas, estou aqui, depois de algum tempo sem aparecer devido a alguns... incidentes... (é, não perguntem... XD) para contar as novas.
Bom, além dos incidentes como assalto e essas coisas, o restante flui muito bem. Comprei celular novo jaaa (Eeee!! Agora sou 11!!) com câmera melhor e tudo! ^-^ A casa já parece casa, só estamos morando eu e minha irmã (e essa já me dá muito trabalho...) e agora estou na correria do meu TCC de segundo ano (simmm, segundo ano tem TCC também).
Enquanto isso ocorria, passei na frente do instituto ítalo-brasileiro, que é de cultura italiana e tal, e fui ver o curso de italiano que tinha por lá. Me disseram que tinha um curso intensivo, que tem três dias por semana duas horas de aula. Esse curso é do básico ao avançado. EM DOIS MESES!!! UAUUUU!!!! Tudo o que eu precisava!!! \
Bom, na mesma hora liguei para mamããããe pra poder falar com o papaaaaaai pra pedir se podia fazer o curso na bagatela de quase 1000 reais
O que na verdade não é caro, já que um curso normal que dura um ano ou mais custa uns 90 reais por mês, passando do valor do meu curso.
Aí cheguei lá, comprei o livro já na livraria, fui pra aula e haviam vários homens de terno e grava na recepção, falando emitaliano entre si, e eu pensei "fudeu!!! olha só a minha turma, quem vai ser!!!" Mas não eram! Alguns professores passavam ali pela recepção e eram um mais louco que o outro. Italiano nunca é muito normal... eu sei disso porque eu sou descendente... XD
Bom, fui informado que aqueles não eram da minha turma (ufa...) e sim alguns italianos que foram visitar o instituto. Subi até a sala que indicaram e quando cheguei la, cumprimentei todos, sentei, e o professor disse "coeçou hoje?" e eu respondi que sim, aí ele disse "então está na sala errada. Esta é a sala de 'elementar 4'"... com cara de bunda, me despedi das simpáticas senhoras e fui até a sala correta e cumprimentei, novamente, todo o pessoal. Isso sem contar o detalhe que era a segunda aula deles, mas eu me matriculei na quinta e eles haviam começado na quarta.
Bem, o professor, um romano, chegou e comçou a falar, falar e falar (tudo em italiano) e esbarrava nas coisas, derrubava o rádio... sim, o cara é uma figura, loiro de cabelos arrepiados e com cara de uns 28 anos. Começamos a aula, ouvimos o CD (depois de não conseguir ligar o rádio qe estava lá e pegar o outro, que ele derrubou 3 vezes. XD) e já vimos os verbos ser/estar e ter, que já devemos saber decoradíssimos pra próxima aula, e aprendemos a cnjugar verbos com terminação ARE, como "mangiare" ou "dansare" e coisas assim. Sinixxxxtro (como dizem os cariocas).
Ou seja, as aulas serão super rápidas. Fui avisado de que na sala estariam 8 alunos, eu seria o nono, mas só foram 4 além de mim... parece que um outro aluno chamado Rubens Barri- alguma coisa desistiu também porque não conseguiu acompanhar a velocidade do curso... é fogo.
Enfim, aqui estou estudando loucamente pras 2 horas de italiano da segunda-feira e vendo a parte que perdi na primeira aula, mas precisava entrar aqui pra atualizar meu blog pelo menos de vez em quando. XD
Abraços aos navegantes do barquinho feliz!!
PS: eu acho que escrevo de bobo porque ninguem comenta mesmo! XD
PS2: Playstation 2
PS3: Playtation 3! já achei por R$1.600,00!! XD May 18 Dia 7 de maio de 2007. Madrugada de segunda-feira. Quatro almas perdidas perambulam pelo prédio de Thaira após uma visita ao apartamento dela. Fernando (eu!!! EU!!!! =D ), Juliana, Zé e Débora entram no elevador às 00:40, no quinto andar, realmente acreditando que ir de elevador faria a descida mais rápida e confortável. Entram os quatro no elevador e apertam o botão T, que para quem não sabe, significa "térreo" (vai que algum leitor nunca andou de elevador na vida, não é mesmo, minha gente? Não podemos discriminar) e esperam.
Quando o elevador estava mais ou menos passando pelo quarto andar, um dos indivíduos, que agora não me lembro qual é, sugere: "vamos pulaaaaar?
Depois de um pequeno estrondo tipo “turummm”, olhamos para os lados e após alguns segundos afirmamos que o elevador tinha parado. YESSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!!!
Nesse momento, a pálida Débora solta uma exclamação: “ahhh, genteeeee!!! Num faleeeeei!!! Tinha que ser o Fernandoooooooooo!!! Sempre que eu saio com ele acontece alguma merdaaaaa!!!”. E não foi só a exclamação que ela soltou, ela correu ate a porta semi aberta do elevador, por onde se via o conreto entre-andares, e soltou um pum, alegando “estar nervosa”... Após esse breve intervalo, ligamos para o zelador por aquele telefoninho do elevador, que você aperta o botãozinho e fala, para avisar que tinhamos ficado presos. Ele falou que ia chamar a assistência e já sairíamos de la. Pegamos o celular para ligar para Thaira para contar as boas novas. Depôs usamos o celular pra tirar fotos e mais fotos, fazendo caras e bocas sobre a situação, e a Débora ainda ficando “nervosa”, para não dizer gasosa, soltava seu nervosismo o tempo todo.
Ficamos mais ou menos 40 minutos presos no elevador, chegamos até a ligar de novo pra ver se tinham esquecido da gente. O mais legal é que quando começaram a mexer no elevador, a porta abria... fechava... abria... fechava... aí, o elevador deu um estrondo parecendo que ia cair com tudo, aquele “TOMMMMMMMMMMMMMMMMM”. Todos ficaram pálidos e por um momento, pensamos: “FUDEU...” Mas daí o elevador desceu, chegamos no andar S2, que não é um coração, e sim a letra S e o numero 2 mesmo, que seria o subsolo 2, onde subimos até o térreo a pé. Claro, alguém tinha que fazer a piadinha “vamos subir de elevador?”. Juro que não fui eu. XD
Enfim, o resultado final foi voltar pra casa muuuito tarde, sabendo que ainda haveria aula as 7:30 da matina, morrendo de vontade de tomar banho, com a Débora xingando a gente o tempo todo, e todos morrendo de medo de elevadores. Logicamente, como todo bom brasileiro, não desistiremos nunca de voar por 0,0000001 segundo, dando o super “pulinho de elevador”. Mas agora sem câmera, por favor, porque o porteiro estava nas gargalhadas quando saímos pois ele viu toda as cenas. Disse que “acompanhou tudo” pelo monitor... isso porque deitamos, sentamos, jogamos adoleta, fingimos estar fazendo um ultimo sexo antes da morte...
Sem mais delongas.
Assinado: O autor.
PS: Frase do dia, lida na internet: "A mentira não é sinônimo da verdade".
Abraços aos leitores e aos avaliadores do "quem vai ficar com o Nobel?" May 04 SUPER MERCADOOO!!!Ontem foi o primeiro dia da minha querida prima Maira como moradora oficial da república, então, como toda mulher é organizada e essas coisas todas, fomos ao supermercado pra encher a geladeira e fazer esse apartamento parecer uma CASA de verdade.
Descemos até o Carrefour (agora o novo líder de mercado!
Primeiramente na repartição de legumes e frutas (simmmm!!! Nós comemos coisas saudáveis também!!!) e compramos, por incrível que pareça, legumes e frutas!!! Algumas frutinhassss e pimentões de tooodas as cores (vermeeelho, amareeeelo, veeerde... por que que não tem azul e essas cores?
Aííííííí chegamos na parte maaais legal: SUPÉRFLUOS!!
No caixa dividimos a conta porque nenhum beleza tinha 155 reais no cartão, aí na volta também pegamos um taxi pra subir, pq subir com 15 leites, 5 litros de cândida, 2 kg de toddy entre outros é furnicação (é, não posso escrevr fod@$% porque estou concorrendo aquela vaga na academia de letras, lembra? Ah, não, era o Nobel da Literatura digital! XD) , então com a quantia de 6 reais, subimos no conforto de um carro que em São Paulo não é sempre que tenho esse privilégio, a não ser quando saimos com o Alex, mas de táxi o motorista sabe onde está indo e não tem histórico de atropelar freiras... XDDDDD
voltando, guardamos as compras e fomos fazer nossa atividade favorita: DORMIR. Não todos ao mesmo tempo, mas isso é um detalhe.
Estou tentando diminuir os posts para que as pessoas possam ler com mais frequência, e vou tentar escrevr aqui mais vezes, mas tem horas que a preguiça reina! XDDDDDDD
Bom, foi isso. Abraço à todos os leitores!!!
Frase do dia: "Comento, logo existo".
March 14 A Grande Prova!! *post atrasado*Voltei para São Paulo para a prova do dia 21 (eu acho... não lembro exatamente. XD) na FECAP. Um grave problema (ou talvez não seja problema...) que tenho é que minha ficha não cai até um ou dois dias antes da coisa acontecer. Não fico tão ansioso antes disso, o que faz parecer que não to nem ai pra coisa, mas é algo biológico. XD. Eu ia fazer um vestibular... púltzz, nem lembrava o que era um VESTIBULAR, fiz uns 2 na vida e já entei direto na facul, fora que cairiam questões de matemática e eu nem lembro o que é matemática... blerghhh... Bom, fiz as malas e fui. No dia em que cheguei não fiz nada demais (eu juro!!!), e no dia seguinte saí cedo e peguei o metrô pra ir até a Liberdade (não, não fui consumir, o campus da FECAP realmente fica lá). Fui seguindo um fluxo de pessoas ou posso chamar de alunos ou posso chamar também de CONCORRENTES ou de outras palavras de baixo calão que é melhor eu não por no blog porque senão perco pontos e o meu Nobel da literatura não sai logo. Bom ficamos jogados, abandonados feito gado gordo naquele tempo chuvoso, no pátio do campus, até chamarem a gente pra entrar nas salas pra fazer a maldita prova. Detalhe que na ficha que a gente tinha que assinar pra poder entrar vários nomes estavam com um enorme RETIDO na frente, ou seja, não podiam entrar pra fazer o vestibular. No primeiro segundo me deu um tanto de dó, mas depois pensei “Ahammm!!!! Menos concorrentes!” Bom, assinei aquilo e entrei. Foram levando a gente pelos corredores da faculdade e o caminho se dividia então em 2: “de A a J à direita, de K a Z desçam a escadaria”. Nisso cada um foi para a sua sala, a seleção natural ataca novamente... ao entregar as provas, alguns PERCEBERAM que as provas com os nomes deles não estavam ali!! Começaram a entregar as provas chamando o nome de cada um porque haviam provas diferentes. Uma pessoa começou a entregar as que começavam com a letra F, mas eu não estava lá. Certeza, mas CERTEZA que eu ia ser o último do bloco de provas. E assim foi. A última prova era a do Fernando Garcia (não, não vou escrever meu nome inteiro aqui porque gastam muitos caracteres e eu sou uma pessoa que economiza caracteres, não gosto de ficar gastando caracteres com coisas sem propósito ou que não terão serventia posterior, sabe?). Ah, também não posso esquecer que quando você chega e entra na sala, tinha várias carteiras com uma garrafinha de água mineral e um docinho em cima (chamava “goiabinha”... nunca tinha visto antes, mas também não sou fã de goiabada). Eles eram distribuídos em carteiras ímpares (na primeira, na terceira, na quinta... deu pra entender ou querem que eu continue o raciocínio?) que era pra sinalizar para os inteligentíssimos cidadãos que era pra eles sentarem naquelas carteiras. Bom, sentei na que eu achei mais bonita e pegue a prova. Quando começou aprova, todo mundo abriu o caderno de questões (disseram pra não abrir antes do início da prova, mas sempre tem uns idiotas que abrem...) e começaram a fazer contas e mais contas, já que a primeira parte era a de matemática. O lápis ia e voltava e eu só pensando “púúúúúúltz... quero só ver...” Aí comecei a ler as questões e não acreditei... A primeira questão era assim: “Um quinto de uma construção foi concluída em 20 dias. Quantos dias serão necessários para concluir a obra?” K Num primeiro momento u fiquei meio besta... Depois segurei a risada... o pior eram as alternativas!!! “E) Não é possível saber exatamente”. Tinha outra que era assim, acreditem!!! “Um número menos a sua metade é 17. Que número é esse?”. Havia outras de porcentagem e essas coisas, todas igualmente tontas. Só haviam algumas que eram realmente chatinhas de fazer, mas nada impossíveis. Quase mudei a minha primeira opção de curso para Matemática, me senti tão numérico na hora... Em compensação, a parte de português estava de cag#$%&!!! Questões tiradas da ESPM e outras faculdades que daí sim me fizeram lembrar que aquilo era um vestibular... Enfim, nada demais. Depois de ir bem na parte de matemática, que eu odeio, eu me senti o super poderoso e que poderia resolver qualquer questão de química quântica. Essa hiper auto-confiança diminuiu quando entraram as questões de atualidades e geografia, perguntando se o povinho do Hisbolah (é assim que escreve?) era sumita, xiita, etc... Não haviam questões de química, etc, porque era um vestibular para vagas remanescentes de publicidade e outros cursos. Também teve a redação que apesar de gostar de escrever, fazia muito tempo que e não lia portanto a última coisa que eu sabia de atualidades era o rombo que o metrô da linha amarela tinha feito na rua lá. Isso porque eu tava pegando o metrô e tava naquele jornalzinho que eles entregam... Também sabia das modelos que morreram porque dua mulheres no metrô estavam fofocando sobre isso... o tema, no final, era: “Qual são as dificuldades que os jovens enfrentam para conseguir o primeiro emprego?”. Medo das pessoas que fizeram essa prova... Pensei que era uma prova de verdade. Terminei a prova um tanto cedo, por isso fiquei enrolando, comendo “goiabinha”, bebendo água e desenhando no caderno de prova... olhando pra cara das pessoas e lembrando do nome delas... um nominho diferentes, sabe? Tinha uma “Florência” lá. Bonitinho esse nome né? Ela tinha trazido bolachinhas... Trakinas de morango.. ti munitinho!! ^-^ Muitas pessoas estranhas também, e japoneses fazendo milhares de contas pra descobrir qual era o número que menos a sua metade dava 17... Bom, depois da prova, de um almoço na Liberdade, de umas voltas por la, etc e tal, voltei pra casa para um descanso merecido. Três dias depois saiu o resultado da prova na internet. Minha irmã mais velha estava me urubuzando e queria de qualquer jeito ver o resultado pra me encher o saco caso eu tivesse ido mal na prova, ai, entrei na página da FECAP, e estava “resultado do processo seletivo do dia 21” (adoro esse termo!! “Processo Seletivo”... bonito, né? =D). Cliquei. Ai perguntavam meu CPF. Digitei. Ai estava assim:
“Sua colocação no processo seletivo 2007 é: 2º”
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Genteeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!! Me senti o tallll!!!! Mas disfarcei, claro... Bom, mesmo assim, faculdade que eu ia me inscrever era outra, então deixei essa na gaveta, caso a transferência para a Anhembi não saísse... Enfim, depois disso eu empolguei e queria fazer outros vestibulares pra passar pela sesação de euforia e de nervosismo de vestibular... estava com saudades dessas sensações... XDDDDDDDDD |
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